A minha Lista de blogues

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

September 2011 Newsletter






© Clever Pants 2011
September words of wisdom
Nothing is impossible, the word itself says ‘I'm possible!’"
- Audrey Hepburn

"The art of living is more like wrestling than dancing."
- Marcus Aurelius

"Life is hard; it's harder if you're stupid."
- John Wayne

"Life would be infinitely happier if we could only be born at the
age of eighty and gradually approach eighteen."
- Mark Twain

Idioms - In seventh heaven!
Every month we have a look at some interesting idioms.Enjoy!

Idiom: (n) an expression, word or phrase that has a figurative meaning that is separate from the literal meaning or definition of the words of which it is made.

  NUMBERS

Be on cloud nine
A person who is on cloud nine is very happy because something wonderful has happened.
"When the boss announced my promotion, I was on cloud nine!"

Be in seventh heaven
If you are in seventh heaven, you are extremely happy.
"Every time she wins a match she's in seventh heaven!"

Dressed up to the nines
To describe someone as dressed up to the nines means that they are wearing very smart or glamorous clothes.
"Caroline musts be going to a party - she's dressed up to the nines!"

Talk nineteen to the dozen
If someone talks nineteen to the dozen, they speak very quickly.
"He was talking nineteen to the dozen so I didn't catch the whole story!"

Look/feel like a million dollars
If you look/feel like a million dollars, you look/feel extremely good.
"With a tan and a new hairstyle, she looked like a million dollars."

One-track mind
If you have a one-track mind, you have a tendency to think about only one subject.
“That boy has got a one-track mind; all he thinks about is football!"

Catch twenty two
A catch 22 situation refers to a frustrating situation where you need to do one thing before doing a second,and you cannot do the second before doing the first.
"I can't get a job without a work permit, and I can't get a work permit without a job. It's a catch 22 situation


 FACES

Poker face
Someone who has a poker face has an expressionless face that shows no emotion or reaction at all.
"Despite their best efforts to make him laugh, he just sat there with a poker face / poker faced."

Face like a wet weekend
If someone has a face like a wet weekend, they are wearing a sad expression and look miserable.
 "What's wrong with Pete? He's got a face like a wet weekend."

Face the music
If you have to face the music, you have to accept the unpleasant consequences of your actions.
"He was caught stealing. Now he has to face the music!"

Put on a brave face
When confronted with difficulties, if you put on a brave face, you try to look cheerful and pretend that the situation is not as bad as it is.
"Even at the worst of times she put on a brave face."

Keep a straight face
If you keep a straight face, you look serious although you really want to laugh.
“It was so funny when she fell over! It was hard to keep a straight face!”

A face like thunder
If someone has a face like thunder, they look very angry.
"When Dad is really angry, he has a face like thunder!"

Two-faced
Someone who is two-faced is deceitful or insincere; they will say one thing to your face and another when you're not there.
"I don't trust Jack. I find him two-faced."


The text was taken from:
© Clever Pants 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011

26 de setembro: Dia Europeu das Línguas


Como forma de celebrar o património linguístico da Europa, onde são faladas 23 línguas oficiais, a União Europeia decidiu celebrar este dia desde 2001 com o objetivo de promover a tomada de consciência e o respeito por todos os idiomas, chamar a atenção do público para a importância de aprender línguas e estimular a sua aprendizagem ao longo da vida.

Línguas oficiais da UE
Apesar de serem 27 os países que constituem a União Europeia, há 23 línguas oficiais e de trabalho: alemão, búlgaro, checo, dinamarquês, eslovaco, esloveno, espanhol, estónio, finlandês, francês, grego, húngaro, inglês, irlandês, italiano, letão, lituano, maltês, neerlandês, polaco, português, romeno e sueco.
O alemão é a língua materna mais falada na União Europeia (Alemanha, Áustria e Luxemburgo), com cerca de 91 milhões de falantes nacionais. A língua inglesa é falada no Reino Unido, Irlanda, Malta e Chipre. Contudo, o número de cidadãos que falam inglês como primeira língua estrangeira torna esta língua a mais utilizada, muito à frente do alemão ou qualquer outra língua. O alargamento da UE tem vindo a confirmar a primazia do inglês como língua franca emergente da União Europeia.


Consulta este sítio para te informares sobre receitas típicas dos países da UE

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Do you Like Riddles and Jokes?!!!



Read and check the answers below

1. Why did the Robber take a bath?
               
2. Why don’t fish play tennis?
                              
3. What never asks questions, but always has to be answered?
                             
4. How can you take one away from nine and get ten?                             

5. When does Thursday come before Wednesday?
               
6. What did the fork say to the knife?
                                                                          
7. What do teachers and eye doctors have in common? 

8. What starts with E and ends with E and has one letter in it?

9. How do robbins stay in shape? 

10. How did the barber get to the shop so quickly? 

11. Why can´t a bike stand up by itself? 

12. When is a stick like a king?                      




Answers:
1. To get a clean getaway
2. Because they’re afraid of getting caught in the net.
3. The Telephone.
4. Use Roman numerals. (IX-I=X)
5.  In the dictionary.
6. “You’re looking sharp”.
7. They both test pupils.
8. An envelope.
9. they do worm-ups.
10. He took a shortcut.
11. Because it´s too-tired.
12. When it is a ruler.
                             

4th of July- Independence Day





Em 4 de Julho celebra-se o dia nacional americano. As decorações, cujo principal motivo é a bandeira azul vermelha e branca, são visíveis em muitas casas particulares e edifícios públicos, por todos os Estados Unidos da América, uma forma dos americanos mostrarem o seu orgulho patriótico.
Este dia é comemorado com muitas festas ao ar livre. As paradas assumem um significado especial e são organizadas em muitas cidades e vilas. A de Bristol (Rhode Island)) é considerada a mais antiga. Em 2001, tive oportunidade de assistir e pude constatar a sua espetacularidade e organização e ainda o facto de ter verificado, que só desfilaram três bandeiras nacionais: a americana, a do Reino Unido, antigo colonizador e a portuguesa, uma maneira de homenagear a comunidade portuguesa, a qual é muito numerosa naquele estado.  Animam ainda o dia outras manifestações populares, como os churrascos, feiras, concertos e à noite o tradicional fogo-de-artifício.
O caminho da independência
A Guerra de Independência (1775-1782) resultou do protesto dos cidadãos das treze colónias americanas (Massachusetts, New Hampshire, Rhode Island, Connecticut,  New York, New Jersey, Pennsylvania, , Delaware, Maryland, Virginia, North Carolina, South Carolina e Georgia) contra a insistência política do governo de Inglaterra em pretender cobrar-lhes  impostos sem lhes reconhecer o direito de representação parlamentar em Londres.  A coroa britânica tentara já, em 1765, introduzir o Stamp Act (imposto de selo sobre os documentos oficiais, jornais e outras publicações).
Em consequência os colonos começaram a criar organizações secretas, cujo nome ficou conhecido como Sons of Liberty. O principal líder desse grupo foi Samuel Adams de Massachussets, que se batia por um único objetivo- a independência.
Em 1773, o parlamento britânico concedeu à Companhia Oriental da Índia vantagens especiais na importação de chá para a América. Perante essa medida cidadãos de Boston, a capital de Massachusetts, decidiram boicotar o chá e quando os importadores quiseram desembarcar os seus carregamentos no porto daquela cidade, encontraram resistência da parte de um grupo de homens disfarçados de índios, que na presença de uma grande multidão subiu a bordo e lançou o carregamento ao mar. Este episódio ficou conhecido como Boston Tea Party.
A cidade de Boston foi severamente castigada, pois o Parlamento britânico resolveu fechar o seu porto com o objetivo de destruir o comércio local e as tropas britânicas foram concentradas naquela cidade, sob o comando do general Gage.
Os colonos elegeram representantes, os quais reuniram-se, em 1774, organizando o I congresso em Filadélfia. Este acabou por assumir o papel de liderança das colónias e, ao fim de algum tempo e face à irredutibilidade inglesa começou a organizar as tropas e a reunir armamento para defender a causa da revolução. Paul Revere tornou-se um herói da revolução por ter avisado os colonos no interior que as tropas inimigas se aproximavam gritando “The British are coming, the British are coming…”
Em 1775, o congresso reúne-se pela segunda vez e nomeia George Washington comandante- chefe das tropas americanas.
Em Janeiro de 1776, Thomas Paine publicou o panfleto Common Sense, (Senso Comum) no qual atacava a monarquia como instituição e o próprio rei inglês George III. Em apenas 3 meses, venderam-se 100.000 exemplares. A sua influência foi grande e converteu muitos colonos indecisos, ainda apoiantes da coroa britânica. A mudança de opinião, uma vez iniciada, foi rápida.
Depois de aprovada no congresso a proposta, que declarava a separação, Thomas Jefferson (1743-1826) redigiu a Declaração da Independência, o documento fundador dos EUA e a base da respetiva constituição. Foi adotada por todos os delegados presentes na assembleia de Filadélfia, em 4 de Julho de 1776, proclamando-se o nascimento de uma nova nação: “…these United Colonies are, and of Right ought to be Free and Independent States…we hold these truths to be self-evident, that all men are created equal, that they are endowed by their Creator with certain inalienable Rights, that among them these are Life, Liberty, and the pursuit of Happiness”.
 Locais históricos da revolução americana
 Liberty Bell – o sino da liberdade é um símbolo da independência americana. Está guardado no Liberty Bell Center, em Filadélfia. http://www.nps.gov/museum/exhibits/revwar/image_gal/indeimg/liberty.html
Betty Ross House- A casa da mulher que costurou a primeira bandeira americana fica situada em Filadélfia.          http://www.betsyrosshouse.org/history/
The City Tavern Restaurant and Museum- local onde muitos patriotas se encontravam durante a revolução, com ementas históricas, algumas ao gosto de George Washington. 
https://www.citytavern.com

Freedom Trail- O trilho da liberdade começa no parque mais antigo do país- Boston Common e leva o visitante a 16 locais históricos, seguindo o tracejado pintado no chão.

Obras consultadas:
Hill, C P. A History of the United States. 3rd edition. London: Edward Arnold, 1977
Shively, Julie. Places of the American Revolution. Nashville: Ideals Press, , 2001
United States Information Agency. An Outline of American History. 1994
Wells, H.G. História Universal. Terceiro Volume. Livros do Brasil, s/d
Yanak, Ted, e P. Cornelison . The Great American History Fact-Finder. Boston: Houghton Mifflin Company, , 1993

5 de junho 2011- eleições legislativas. A importância da participação - todo o voto conta.



"A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos; e deve exprimir-se através de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto.” (artigo 21º da Declaração dos Direitos Humanos).
Votar é a essência da democracia. Significa a opinião e o poder do povo, ou seja aquilo que o próprio nome “democracia” significava em grego “ poder do povo”. Por conseguinte deve ser praticado por todos os cidadãos de um país.
A abstenção é o ato de renúncia ao voto. Pode ter diversos motivos e habitualmente são apontados os seguintes: descredibilização da política e dos políticos e também laxismo por parte dos cidadãos. Como forma de protesto os eleitores podem votar em branco. Os votos brancos e nulos não contam para a atribuição de mandatos, mas contribuem para reduzir a abstenção. É importante diminuir o nível de abstenção.
Para votar o eleitor deve apresentar o cartão de cidadão ou bilhete de identidade e o seu número de eleitor. Se não encontrar o cartão de eleitor poderá consultar o sítio http://recenseamento.mai.gov.pt/ . Através do nome e data de nascimento pesquisa o número de eleitor e imprime.
Quando chegar à secção de voto (entre as 8h e as 19h) deve entregar o documento de identificação a quem esteja a presidir à mesa. Depois de verificada a inscrição no caderno eleitoral, o presidente entrega-lhe o boletim de voto. Dirige-se então à câmara de voto e com a esferográfica, que lá se encontra, fará uma cruz no quadrado que está na mesma linha do símbolo do partido em que pretende votar. De seguida dobra o boletim ao meio, com a parte escrita para dentro e volta a dobrar. Entrega-o ao presidente, que o introduz na urna e lhe devolve o seu documento. Acabou de votar para as legislativas 2011.
No círculo eleitoral de Lisboa as formações partidárias são as seguintes:
Partido Popular Monárquico
Partido Socialista
Partido Operário de Unidade Socialista
Partido da Terra
Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses
Partido pelos Animais e pela Natureza
Partido Trabalhista Português
Movimento Esperança Portugal
CDS - Partido Popular
Partido Social Democrata
Partido Humanista
Nova Democracia
CDU - Coligação Democrática Unitária
Bloco de Esquerda
Portugal Pró Vida
Partido Nacional Renovador

Para qualquer esclarecimento consulta:

Violeta Figueiredo na biblioteca da escola Paula Vicente



No dia 25 de maio de 2011, a escritora Violeta Figueiredo esteve na biblioteca da escola Paula Vicente para se encontrar com os alunos do 7ºC. Começou por tecer elogios ao espaço aberto e claro em que se tornou a nossa biblioteca, após as obras de remodelação. 
 Viu a amostra de livros expostos de que é a autora e mostrou-se muito interessada nos artigos escritos por alguns alunos da turma, a propósito da sua obra Eram Férias e Havia Sol, lida nas aulas de FC.
 Às 12.30h os alunos chegaram à biblioteca e foram recebidos pela professora Eduarda Cardoso, coordenadora da BECRE e pela diretora de turma.
De maneira muito cordial, a escritora começou por agradecer a oportunidade do encontro, pois considerou que estar com os seus leitores é a melhor maneira de ouvir sugestões. Vários alunos afirmaram que o livro tem um vocabulário por vezes difícil com muitas palavras novas, retratando uma época passada em ambiente beirão. O tempo era curto para responder a todas as perguntas relacionadas com a obra. No entanto, foi curioso verificar que muitos, entre a assistência, pareceram ficar satisfeitos por saber que a figura do avô é autobiográfica, mesmo reconhecendo que os escritores têm a capacidade de mudar a realidade.
O Bruno fez uma pergunta muito pertinente: gostava de saber quem tinha influenciado a Violeta Figueiredo para ser escritora e ficámos a saber que, primeiro, foi a avó, através das histórias maravilhosas que lhe contava e, mais tarde, a professora primária (1ºciclo) também teve um papel muito importante.
A sessão poderia ter continuado, durante mais tempo só com perguntas dos alunos. No entanto, a Violeta decidiu pedir-lhes, que decorassem um pequeno poema seu inserido na antologia de poesia Primeiro Livro de Poesia, organizada pela escritora Sophia de Mello Breyner. A propósito, sublinhou que deveriam estar muito atentos às primeiras palavras, regra essencial para se decorar um texto. O Hélio ofereceu-se para repetir o poema e foi muito bem sucedido.
Pobre de mim, tão Faneca,
Alforreca me fascina.
Sigo atrás da sua coroa,
dos seus terríveis cabelos
de gelatina e de prata:
só o vê-los me atordoa,
só o tocá-los me mata.

 Uma ex-aluna de Violeta Figueiredo, a professora Paula Shirley da direção da escola, assistiu ao interesse revelado pelos alunos. A diretora da escola, dra. Mafalda Manita, também esteve presente.
Atendendo ao entusiasmo demonstrado no jogo da memorização, a escritora, através do gesto e palavra, motivou a visualização de um outro poema, ajudando assim a assistência a participar e, de novo, a decorá-lo:
 Essa peluda menina
escondida à esquina do tecto
só desce alta noite quando
todo o quarto está quieto.
Suspenso da sua teia

fica ao espelho balouçando,
repisando a mesma ideia:
«Meus Deus, serei linda ou feia?»
A sessão terminou com um apelo aos alunos para que frequentem mais o agradável espaço da biblioteca e para decorarem alguns poemas, começando pelos da Sophia de Mello Breyner, pois constitui um ótimo exercício.

domingo, 7 de agosto de 2011

Violeta Figueiredo Visita a Escola Paula Vicente



No dia 25 de Maio de 2011 a escritora Violeta Figueiredo visita a EB 2,3 Paula Vicente. O encontro com os alunos é na biblioteca da escola, às 12.30h.
Violeta Figueiredo nasceu na Figueira da Foz, em 1947. Licenciada em Filologia Românica, foi professora do Ensino Secundário. Publicou uma dezena de livros infantis. Foi guionista das séries “Rua Sésamo”, 1ª e 3ª série, e “Terra Instável”. Tem-se dedicado igualmente à investigação histórica.
Na área da literatura para a infância e a juventude, ganhou, em 1990, o Prémio Verbo/Semanário e, em 1991, o Prémio Inapa/Centro Nacional de Cultura. Várias das suas obras integram as listas do PNL (Plano Nacional de Leitura). Dos títulos que publicou, destacam-se Marilu micifu (s.d.), Eram Férias e Havia Sol (1990), Mistérios em Tempo de Aulas (1991), Fala Bicho (1992), A Casa da Floresta (1994), Os Donos da Praia (1996), O Gato do Pêlo em Pé (1997), A Excursão dos Gambozinos (2001), A Verdadeira Vida da Formiga Rabiga (2001), Gambozinos Marinheiros (2002), Tempo Maluco (2003), Portas (2008) e Portões (2008).

Nota biográfica extraída do livro Portas
Fotografia: M. Teresa Relva

Melvin Burgess, a famous author comes to Lisbon.

Melvin Burgess, the author of Billy Elliot and many other books, was in Lisbon for the Annual 25th Conference of APPI ( Associação Portuguesa de Professores de Inglês ) on May 6, 7 and 8, 2011 and sent a message to the students of Paula Vicente.

The film Billy Elliot (2000) was based on the screenplay written by Lee Hall.
 Melvin Burgess was then invited to write a novel based on the screenplay, which is now part of our school syllabus for year 9.
Owing to the success of the film and book, it was adapted to the stage in West End, London, as Billy Elliot, the Musical (2005) and afterwards on Broadway, New York City.


You can visit Melvin Burgess´s website to learn more about him, his books and blog:

The Royal Wedding



The Royal Wedding of Prince William and Kate Middleton, who met at University of St. Andrews in Scotland, will take place at 11 o´clock, on 29th April, 2011, at Westminster Abbey.

The Bride will spend the night before the wedding at the Goring hotel, accompanied by her family, from where they will leave to the church. The bridesmaids will also leave from the Goring hotel, while the Bridegroom, Prince William, and his brother, Prince Harry, the best man, will leave from Clarence House.

Prince William will arrive first and wait inside the church, near the altar, with the best man.

The families, friends and guests will sit in rows in the church.

The Queen and her husband, the Duke of Edinburgh, leaving from Buckingham Palace, will be the last to arrive just before the Bridesmaids and the Bride accompanied by her father.

During the service the Bridegroom gives the Bride a wedding ring and says: “With this ring I thee wed”. 

After the church service all the guests for the reception hosted by the Queen will arrive at Buckingham Palace. The Queen, the Bride and Bridegroom, together with their Families will appear on the Balcony of Buckingham Palace, a tradition in Royal Weddings.

This event will be broadcast worldwide and will be part of what will surely be a fairy tale-like story of the handsome royal couple.




Westminster Abbey has been linked to English History for more than one thousand years. Various royal families have had part of their lives associated with this Abbey. For example, it has seen many coronations of Kings and Queens from William I in 1066 to Queen Elizabeth II in 1953. Also, throughout the years many monarchs chose this site to be buried while some had their funeral here, despite being buried in other places. Finally, many royal weddings have taken place there, such as the one of the current Queen.




The official residence of the Queen in London is Buckingham Palace. Windsor Castle, which is the largest occupied castle in the world, is another official residence, as well as St. James´s Palace, used for official events like the accreditation of foreign ambassadors. Kensington Palace and Clarence House alofficial residences in London.

In Scotland, the official residence of the Queen is the Palace of Holyroodhouse, in Edinburgh.

All these residences belong to the Crown and cannot be sold.

The Queen owns two private estates: Sandringham House, in Norfolk, England and Balmoral Castle, in Scotland.

Have a look at the Royal Family tree:

Príncipe de Gales visita Portugal


O Príncipe de Gales visitou Portugal nos dias 28 e 29 de março de 2011. Os temas em destaque foram as relações comerciais bilaterais, assuntos acerca do mar e as energias renováveis.
As relações entre Portugal e a Inglaterra
Portugal e a Inglaterra têm um relacionamento muito antigo. Já no século XII, em 1147, cruzados ingleses apoiaram o exército de D. Afonso Henriques na reconquista de Lisboa aos mouros. Um dos relatos deste importante acontecimento foi escrito por Osborne, um militar inglês.
O apoio dos ingleses na batalha de Aljubarrota, em 14 de Agosto de 1385, foi de enorme importância. Essa derrota dos castelhanos pôs fim à crise, que surgiu após a morte de D. Fernando I. A principal consequência dessa grande vitória portuguesa foi a consagração de D. João I como rei de Portugal. A aliança com Inglaterra foi reforçada com o casamento deste monarca português com D. Filipa de Lencastre, a única rainha inglesa na História de Portugal.
Através do Tratado de Windsor (1386) Portugal e a Inglaterra estabeleceram um acordo, que constituiu a base para a Aliança mais antiga do Mundo em vigor. De facto, até aos dias de hoje, os dois países mantiveram laços em todos os domínios.

John Riley (1646-1619. D. Catarina de Bragança (ca 1670-74)
Casa-Museu Medeiros e Almeida
Em 1662 D. Catarina de Bragança, filha de D. João IV, casou com o rei inglês Charles II, tornando-se a única rainha portuguesa, na História de Inglaterra. Fazia parte do seu dote a cidade de Tânger, em Marrocos e Bombaim, hoje em dia Mumbai, na Índia, um porto estratégico muito importante para o desenvolvimento do império britânico no oriente. Fica para a história a sua introdução do uso do chá em Inglaterra. Essa bebida fora trazida da China pelos portugueses. A Rainha bebia-o frequentemente nos seus aposentos, hábito que foi divulgado na Corte e no país, tornando-se numa das imagens de marca das tradições britânicas em todo o mundo, o tão conhecido 5 o’clock tea. Alguns coleccionadores portugueses mostram um fascínio pela rainha Catarina de Bragança. Assim, possuem nas suas casas museu peças da época, algumas utilizadas pela própria rainha. São exemplos:





 um fantástico relógio de noite iluminado por candeia de azeite




Espelho "Carlos II e Catarina de Bragança"










ou o espelho de quarto, expostos na Fundação Medeiros e Almeida, em Lisboa.








No Palácio da Bacalhôa, em Azeitão, encontram-se também algumas peças alusivas a Catarina de Bragança.







O tratado comercial de Methuen (1703), que ficou conhecido pelo nome do embaixador britânico em Lisboa, estabelecia que os portugueses comprariam os têxteis britânicos e os ingleses comprometiam-se a comprar os vinhos de Portugal.
Durante as invasões napoleónicas, as tropas luso-britânicas, comandadas por Arthur Wellesley mais tarde duque de Wellington, conseguiram expulsar de Portugal os franceses.
As relações entre Portugal e Inglaterra foram sempre próximas, mas também houve momentos difíceis entre os dois países. Talvez a mais delicada ocorreu em 1890, quando a coroa britânica exigiu que o território africano, entre Angola e Moçambique (conhecido como o “mapa cor de rosa”) não fosse anexado por Portugal. Este grave incidente politico-diplomático ficou conhecido na História de Portugal como o “ultimato inglês”.
Ao longo dos mais de seiscentos anos de aliança luso-britânica houve Visitas de Estado, que cimentaram a Aliança: a do rei Edward VII ficou para sempre recordada com a atribuição do seu nome a um parque em Lisboa- O Parque Eduardo VII; a rainha Elizabeth II visitou Portugal pela primeira vez em 1957, sendo curioso referir que se tratou da primeira transmissão directa da RTP, que fora inaugurada nesse mesmo ano.

A Rainha em Portugal com Craveiro Lopes

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