Hoje, estou em casa dos meus netos perto de Coimbra. No caminho, ao longo da autoestrada vi imensas árvores quebradas e tombadas, mostrando como foi terrível a tempestade Kristin.
Também aqui, neste jardim e nas casas dos vizinhos há ainda muitas árvores partidas e outras arrancadas pela raiz.
A limpeza de toda esta área é difícil e vai ser demorada, porque ainda por cima há falta de gente e meios para fazer os trabalhos de corte e remoção de todas as madeiras.
Triste. De facto, não é feliz este ano, a celebração do dia da árvore e da floresta em toda esta região do centro de Portugal.


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