Ontem, fiquei chocada ao ver alguns vídeos do rei Carlos e rainha Camilla nas Caraíbas. Uma chuva torrencial e repentina encharcou as comemorações do 45.º aniversário da independência de Antígua e apesar do rei gesticular e pedir um guarda chuva, este só apareceu depois do seu fato creme estar completamente molhado. A Rainha teve mais sorte e saiu com um guarda-chuva. Além do erro protocolar o fato ensopado em nada deve ter contribuído para a saúde do monarca. Só me lembrei de uma outra ocasião semelhante, mas essa por vontade própria, quando o presidente Marcelo Rebelo de Sousa, esperando o homólogo francês, deambulava em frente ao Mosteiro dos Jerónimos completamente encharcado. Pelos vistos não bastou a enxurrada de pedidos do PM local para o Reino Unido compensar os países das Caraíbas pela escravatura... Com o habitual humor britânico, no fim das comemorações os monarcas brincaram com a caricata situação. Ossos do ofício, supõe-se.
Na sequência daquelas imagens, recordei-me da minha minha primeira volta pelas Caraíbas, num cruzeiro em 2003, quando visitei Antigua. Fui então a um dos meus álbuns e revi as bonitas árvores frangipani nas estradas, Devil`s Bridge, Nelson`s Dockyard, uma igreja do séc XVIII e, claro, as águas turquesas caribenhas da praia Long Bay. Depois de regressar ao navio, durante o jantar, fomos assaltados por um assustador pirata acompanhado pelo seu fotógrafo.





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