O Museu Gulbenkian em Lisboa abriu em 1969. O edifício foi construído especificamente para acolher a eclética coleção de Calouste Sarkis Gulbenkian (1869-1955), constituída por obras do Antigo Egito, Mesopotâmia, Turquia, Pérsia, Europa, China e Japão. Gulbenkian era um arménio multimilionário que nasceu em Istambul e viveu a maior parte da sua vida adulta entre Londres e Paris.
No princípio dos anos 40 do século passado, durante a Segunda Guerra Mundial, escolheu Lisboa para viver, onde acabou por residir nos seus últimos treze anos de vida, deixando em testamento a criação da Fundação com o seu nome, da qual o magnífico Museu representa a sua imagem mais prestigiante.
O Museu reabriu em julho, depois de ter estado fechado um ano e meio para obras de renovação. Julguei que ia ver grandes modificações, mas felizmente não. As obras foram mais estruturais: canalizações, equipamentos expositivos...pelo que me lembro até parece que a maior parte das obras está no mesmo sitio.
Filhos do deus Hórus 664-525 a.C.
Turquia. Período otomano
Verde Céladon inspirado no jade. China Séc XV
Leões Budistas. China Séc XVIII
Conjunto para piquenique. Japão. Séc XIX
Livro de Horas
A Virgem com o Menino. A Anunciação. Flandres séc XV
Não me recordava deste retrato de Frans Hals (Séc XVII)
As unhas são um pormenor incrível.
Retrato do ourives Thomas Germain e a sua mulher
Bonita encadernação
Saudades de ver as duas obras de Turner da coleção
O pintor veneziano Francesco Guardi devia ser um dos preferidos de Gulbenkian, pois tem 17 obras daquele mestre. Em 2024, vi a exposição na Gulbenkian
Veneza em Festa. Uma beleza!
A relação entre arte e natureza é impressionante neste museu
A exposição termina com Lalique: vidros e jóias