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segunda-feira, 12 de outubro de 2026

VENUS

 Valentino Garavani pelo Olhar de Joana Vasconcelos


No MAAT (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia) Lisboa























Vénus resulta de um convite a Joana Vasconcelos para estabelecer um diálogo entre as suas esculturas e o legado de Valentino Garavani (1932-2026), um dos estilistas mais celebrados do nosso tempo.
Apresentada originalmente em Roma na Fundação Valentino Garavani e Giancarlo Giammeti, no inicio de 2026, a mostra chegou agora ao MAAT com uma renovada seleção de peças: treze grandes esculturas de Joana Vsconcelos e trinta e nove criações de alta costura de Valentino Garavani que "se completam e se desafiam mutuamente".






sexta-feira, 9 de outubro de 2026

A primeira vez


Com quase 50 anos a conduzir, hoje foi a primeira vez que andei em reboque. Ao estacionar senti que passei por cima de algo que não devia e logo um alerta sonoro FURO. Sem pneu suplente chamámos o reboque da ACP...
..

 
Em vez de visitar uma exposição fui para a garagem com o sr. Eurico, brasileiro simpático e falador de S. Paulo, que comentou ter já conhecido portugueses que conhecem mais do Brasil do que ele. O que é estranho é que tanto a minha nora como a minha filha também tiveram problemas com os pneus dos seus carros e foram ver o que se passava na garagem... solidariedade? Melhor o que escreveu o meu genro: "Eu rebentei com o pneu da minha barriga. Também conta?"

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

A Inspiração da Dança

 


A Orquestra Académica da Universidade de Coimbra (OAUC) apresenta, hoje, 7 de outubro, às 21h30, no Teatro Académico de Gil Vicente, o Concerto de Abertura Sinfónica do Ano Letivo 2026/2027, intitulado "A Inspiração da Dança", integrando obras de Tchaikovsky, Lopes-Graça e Stravinsky.


Este concerto assinala a abertura solene das aulas na Universidade de Coimbra e a 10.ª temporada da Orquestra Académica da Universidade de Coimbra (OAUC). Pretende evocar ritmo e dança.

O programa inclui a Suite Rústica n.º 1, de Fernando Lopes-Graça, inspirada em música tradicional portuguesa. Segue-se a interpretação de excertos do bailado "O Lago dos Cisnes", de Piotr Ilitch Tchaikovsky. Encerra com passagens do bailado "O Pássaro de Fogo", de Igor Stravinsky.

Desde a sua criação em 2016, a OAUC resulta da parceria entre a Tuna Académica e a Reitoria da Universidade de Coimbra. É formada por estudantes, ex-estudantes e docentes da universidade, que gostam da chamada música clássica/erudita. Funciona, sobretudo, como um espaço de prática e desenvolvimento musical.

 A minha nora toca violoncelo e desde que leciona na Universidade faz questão de participar no concerto.



O encore...

Exposição de Paul Cezanne (1839-1906)

 

 No Grand Palais, Paris

Cezanne et Nous / Cezanne and Us                                   23 setembro 2026 a 17 janeiro 2027

Uma amiga minha esteve em Paris e visitou esta exposição sobre Cezanne. Enviou-me fotografias para eu também a poder apreciar, pois sabe como gosto de visitar exposições de arte.

Cezanne pintou muitas naturezas mortas, onde a maçã é o foco principal "Com uma maçã eu vou surpreender Paris" dizia; e realmente terá conseguido ultrapassar as próprias expectativas.


Maçãs e Laranjas. 1889


 Natureza morta na gaveta aberta 1877-79

A mesa de cozinha. 1890

Natureza morta com cebolas. 1896-98

Jarro de grés. 1893-94 Fundação Beyeler


Jarra, açucareiro e maçãs 1890-94 Musée de l'Orangerie

A paisagem foi a uma das grandes temáticas valorizada pelos impressionistas. Cezanne estudou-a e pintou-a, isolando-se na sua paisagem natal, a Provença, mais concretamente em L'Estaque, não muito longe de Marselha.

 
L'Estaque, efeito do fim de tarde. Museu do Louvre

A Montanha Vitória do grande Pinheiro. Galeria Courtauld, Londres


Montanha Santa-Vitória


Rochas, Pinheiros e Mar em L'Estaque. 1883-85 Staatliche Kunsthalle Karlsruhe


Château Noire. 1905. Museu Picasso. Paria


O Golfo de Marselha visto de  L'Estaque

Cezanne não é um pintor de nus, mas integra o corpo das banhistas na paisagem, despojadas de roupas como as árvores e as nuvens, que as enquadram.



Os Jogadores de Cartas. 1893-1896 é considerado o melhor dos quadros figurativos de Cezanne.

Após a II Guerra Mundial, nos anos 50, houve o ressurgimento do abstracionismo. Durante esse período, os artistas olhavam diretamente para Cezanne como um modelo ou através de movimentos da primeira metade do século XX, como o cubismo, sobre o qual também exerceu influência. 


Vieira da Silva. Sylvestre. 1953. Neste quadro evoca o jardim do seu atelier no Brasil, entre 1940 e 1947. Quando se instalou em Paris em 1928 foram os quadros de Cezanne expostos no Louvre, que a ajudaram a traçar o seu próprio rumo.


Modigliani. O Jovem aprendiz

 
Gauguin. As bananas. 1891

Nota: A maior parte das obras aqui apresentadas são do Museu de Orsay. As que não são, está especificada a proveniência.