Foto do meu neto Theo
Foto do meu neto Charlie
Viemos fazer companhia aos netos. A mãe está em treino e o pai em Columbus por uma semana.
Foto do meu neto Charlie
Viemos fazer companhia aos netos. A mãe está em treino e o pai em Columbus por uma semana.
Hoje, estou em casa dos meus netos perto de Coimbra. No caminho, ao longo da autoestrada vi imensas árvores quebradas e tombadas, mostrando como foi terrível a tempestade Kristin.
Também aqui, neste jardim e nas casas dos vizinhos há ainda muitas árvores partidas e outras arrancadas pela raiz.
A limpeza de toda esta área é difícil e vai ser demorada, porque ainda por cima há falta de gente e meios para fazer os trabalhos de corte e remoção de todas as madeiras.
Triste. De facto, não é feliz este ano, a celebração do dia da árvore e da floresta em toda esta região do centro de Portugal.
As mimosas (acacia saligna) a florescer dão um toque primaveril aos jardins...
Depois de um passeio matinal vim para casa e comecei a decorar a casa com os meus ovos de Páscoa
Em Portugal o Dia do Pai é sempre a 19 de março, dia de S. José
Em 2024 estivemos em Estremoz e gostámos tanto dessa visita, que passados dois anos resolvemos regressar. Desta vez coincidiu com o meu aniversário.
Ficámos na Pousada do Castelo de Estremoz. O Castelo data do século XIII e foi mandado construir por D. Afonso III para defender o Alentejo dos ataques de Castela.
O castelo é dominado por uma sólida torre de menagem totalmente construída com mármore branco de Estremoz. A torre do castelo, com 27 m de altura é denominada “Torre das Três Coroas”, por ter sido edificada ao longo dos reinados de três reis portugueses: D. Afonso III, D. Dinis e D. Afonso IV.
No interior desta fortificação D. Dinis fundou um palácio, onde residia esporadicamente. A Rainha Santa Isabel, que deu o nome à Pousada, ali morreu em 1336 e também D. Pedro I, em 1367. O Paço de Estremoz foi cenário de importantes acontecimentos políticos na Idade Média, entre os quais cortes convocadas por D. João I. Recebeu também Dona Leonor Teles, quando a sua filha Dona Beatriz casou com Juan I de Castela.
A entrada da capela impressiona, com um portão de ferro seguido por uma bela porta de mármore, sobre a qual está o brasão real.
A cidade branca, assim chamada devido à cor das casas e às jazidas de mármore branco, o célebre “Mármore de Estremoz”, tem sempre rodapés pretos nos edíficios públicos, em sinal de luto pela morte da Rainha Santa, que morreu em Estremoz em 4 de julho de 1336.
No entanto, em 1698, uma explosão destruiu o paço medieval, então usado como armazém militar e, em 1715, o rei D. João V mandou construir o edifício atual.
A capela é de uma só nave de planta retangular e as suas paredes estão revestido de belos painéis de azulejos do século XVIII, ilustrando cenas da vida de Santa Isabel e os seus milagres e, segundo José Meco, atribuídos a Teotónio dos Santos (c. 1725). No teto, destaca-se uma pintura do século XVIII, representando a subida de Santa Isabel ao céu.
No altar é patente a transição do barroco para o neo-clássico, com obras de cantaria artística em mármores das regiões de Estremoz (branco), Sintra (rosa) e de Viana (verde) .
Há três imagens do século XX: ao centro, a Rainha Santa Isabel, acompanhada por São Filipe Néri e São Lázaro.