Fez é a mais antiga das cidades imperiais de Marrocos e a terceira maior, depois de Casablanca e Rabat.
É considerada a capital espiritual e religiosa de Marrocos
Nesta rotunda o monumento com um corão aberto
Começámos a exploração da cidade pelo Palácio Real, mas aqui já sabíamos que a visita era só ao exterior e não se criaram expetativas como em Rabat.
O curtimento é uma arte com tradições de milhares de anos
Subimos três andares. Não imaginava que aquelas escadas íngremes e estreitas fossem dar a salas grandes com diversos produtos em pele: vestuário, malas, puffs...
Ainda perguntei o preço de uma mala com uma cor muito gira, mas era o preço de uma Furla e não me mostrei interessada.
A Madrasa Bou Inania foi construída no século XIV.
É um dos poucos edifícios religiosos islâmicos abertos a não-muçulmanos.
É mesquita, catedral, residência de estudantes (no segundo andar), tendo as suas diversas funções ditado a respetiva complexidade arquitetónica. A única de Marrocos a ter um púlpito e um minarete.
As madrasas de Fez, de onde saíram os maiores eruditos do país, eram as mais conceituadas de Marrocos.
Fez é também a capital intelectual de Marrocos. Foi aqui fundada a universidade mais antiga do mundo
A Mesquita Qaraouiyne é uma das mais ilustres do mundo. Tem o nome do bairro, onde foi construída por refugiados tunisinos e fundada no ano 859, por Fatima el-Fihri, uma religiosa, que doou a sua riqueza para a construção daquele templo mulçumano. De mesquita passou a instituição de ensino e depois a universidade. O Papa Silvestre II (999 a 1003) estudou nesta instituição no século X. Antes de se tornar Papa (era conhecido por Gerbert d'Aurillac) viajou até Marrocos para aprofundar os seus conhecimentos de matemática, astronomia e filosofia. Pensa-se que foi ele quem ajudou a introduzir na Europa o sistema de numeração árabe e o uso do zero.
A Mesquita Qaraouiyne é uma das mais ilustres do mundo. Tem o nome do bairro, onde foi construída por refugiados tunisinos e fundada no ano 859, por Fatima el-Fihri, uma religiosa, que doou a sua riqueza para a construção daquele templo mulçumano. De mesquita passou a instituição de ensino e depois a universidade. O Papa Silvestre II (999 a 1003) estudou nesta instituição no século X. Antes de se tornar Papa (era conhecido por Gerbert d'Aurillac) viajou até Marrocos para aprofundar os seus conhecimentos de matemática, astronomia e filosofia. Pensa-se que foi ele quem ajudou a introduzir na Europa o sistema de numeração árabe e o uso do zero.
Estava fechada, mas espreitei para ver o pátio de entrada e a bacia para as abluções esculpida de um único bloco de mármore.
Continuamos no mercado e fomos a uma cooperativa, onde fazem vestidos tradicionais e ensinaram-nos a colocar o lenço a cobrir a cabeça para o deserto.
O kaftan já foi lavado e assim já o posso usar...