Não sabia como as condições atmosféricas tiveram tanto impacto no D-Day. Os meteorologistas e Eisenhower estavam sob enorme pressão...
Andrew Scott (Dr Stagg) é chamado para fazer a previsão do tempo para o dia previsto da invasão e as suas respostas não são o que Brendan Fraser (Eisenhower) queria ouvir...
Excelentes interpretações. Só fiquei desiludida com o aspeto físico do ator que representa o general americano, porque são totalmente diferentes.
Até fui buscar a biografia...
Na madrugada de segunda-feira, 5 de Junho, após receber os relatórios da previsão meteorológica, Eisenhower decidiu que o desembarque na Normandia seria adiado. No entanto, perante uma surpreendente melhoria do tempo, decidiu, rapidamente, dar início à operação Overlord, Dia D, no dia imediato, 6 de Junho de 1944, procurando assim manter o efeito surpresa contra os alemães..
Years later, during their ride to the Capitol for his inauguration, President-elect John F. Kennedy asked President Eisenhower why the Normandy invasion had been so successful.
Ike's answer: "Because we had better meteorologists than the Germans!"
Finalmente, encontrei a citação do filme. Não foi na biografia, que acaba antes de Eisenhower se tornar Presidente dos EUA, mas sim na internet.
A árvore argan, conhecida cientificamente como Argania spinosa, é uma espécie endémica do sudoeste de Marrocos, onde desempenha um papel crucial no ecossistema árido. Ela é valorizada pelos seus frutos, que são utilizados para a produção de óleo de argan, um produto raro e altamente nutritivo utilizado na culinária e cosmética.
Hoje celebra-se o Dia Internacional da Mulher na Diplomacia. Desconhecia. Julgo que se deveria antes comemorar a Diplomacia em si mesma e não, uma vez mais, separar homens de mulheres, apesar de saber que em Portugal as mulheres só tiveram acesso à carreira diplomática depois do 25 de abril. No entanto, muitas mulheres também passaram algumas das agruras da vida diplomática, acompanhando os maridos por esse mundo fora, contribuindo, igualmente, para o sucesso das missões.
Como mulher de diplomata, assisti a atropelos nos concursos e colocações em que mulheres com curricula pouco significativos passavam à frente de colegas homens, o que está errado.
Escolho para celebrar este dia Madeleine Albright, cuja personalidade político-diplomática admiro.
A chegada a Casablanca marca a última etapa da nossa viagem marroquina.
Marrocos é realmente um país de contrastes. As suas cidades refletem essa ideia geral: a agitação vibrante de Marraquexe; as ruas medievais de Fez; a tranquilidade das cidades costeiras; a tentativa de renovar de forma imponente a capital Rabat (embora à primeira vista pareça uma cidade europeia, quando tentamos atravessar as ruas nas passadeiras, verificamos que não é bem assim, pois corremos o risco de ser atropelados); as coloridas cidades das encostas das diferentes cordilheiras das montanhas; e, claro, ainda o exotismo do interior polvilhado de oásis na orla do deserto do Sara. Também a História se revela especialmente interessante, nomeadamente para nós portugueses, pois são vários os testemunhos da presença de Portugal nas zonas costeiras. Depois desse percurso cheio de tantas diferenças, chegámos à maior cidade de Marrocos, a moderna Casablanca, a capital financeira e comercial do país.
Logo à chegada, muitos prédios modernos como este do grupo OCP.
Marrocos é o maior exportador de fosfato
Outro hotel simpático com flores naturais (Idou Anfa)
Gostei de visitar a Mesquita Hassan II, inaugurada em 1993, projetada pelo arquiteto francês Michel Pinseau. O guia marroquino insistiu várias vezes que foram seguidas as indicações rigorosas do próprio rei, o qual exigiu que parte da mesquita fosse construída sobre o mar. Parece ainda que visitou incógnito, por algumas vezes, o local para acompanhar a progressão da obra.
Na Mesquita Hassan II
O minarete da mesquita tem dois raios laser, que brilham na direção de Meca e alcançam 30 km.
A passear na Anfa e a comer gelado
O meu marido e eu já tínhamos planeado apanhar um taxi e ir tomar uma bebida ao Rick´s Cafe. E assim fizemos, pouco depois da chegada ao hotel.
Vale muito a pena. Apesar de terem aberto o restaurante e bar só em 2004, conseguiram recriar de maneira agradável o espaço do célebre filme Casablanca.
Queixei-me ao meu marido que em Marrocos não sabiam fazer cocktails, porque era sempre uma mistura fraca e sensaborona, mas o meu gin martini estava tão forte, que no terceiro golo já ria à gargalhada e até mostrei fotos dos netos a uns avós escoceses, que também se riam muito.