A minha Lista de blogues

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Os Presidentes da República Portuguesa


 O livro não foi atualizado...

 Presidentes da República Portuguesa:


Manuel de Arriaga: 1911-1915

Teófilo Braga: 1915

Bernardino Machado: 1915-1917 e 1925-1926

Sidónio Pais: 1917-1918

Canto e Castro: 1918-1919

António José de Almeida: 1919-1923

Manuel Teixeira Gomes: 1923-1925

Mendes Cabeçadas: 1926 (durante 2 semanas)

Gomes da Costa: 1926

Óscar Carmona: 1926-1951

Craveiro Lopes: 1952-1958

Américo Tomás: 1958-1974

António de Spínola: 1974

Costa Gomes: 1974-1976

Ramalho Eanes: 1976-1986

Mário Soares: 1986-1996

Jorge Sampaio
: 1996-2006

Cavaco Silva: 2006-2016

Marcelo Rebelo de Sousa: 2016-2026

António José Seguro tornou-se ontem o 20º Presidente da República.  Conseguiu um facto histórico pelo maior número de votos de um candidato à Presidência da República em 50 anos de democracia. A tomada de posse é no dia 9 de março. 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Cenas do quotidiano no Museu Thyssen

A pintura de género consiste na representação de acontecimentos do quotidiano como ambientes domésticos, mercados, festas ou cenas de rua. Podem ser realistas, imaginadas ou romantizadas pelo artista. Hoje em dia, revelam-nos como era a vida naqueles tempos. São ícones cheios de movimento.

A Rainha Santa Isabel no Prado


Recentemente vi no Museu do Prado esta obra do importante pintor do barroco espanhol, Zurbarán, inspirado na figura da Rainha Santa Isabel, casada com D. Dinis e  padroeira da cidade de Coimbra, cujo dia se celebra a 4 de julho.



Na loja comprámos um livro sobre pintura espanhola e na capa está a reprodução desse quadro, representando o imaginado retrato da Rainha do nosso Rei Poeta.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Carpaccio

 


Uma das obras primas do Museu Thyssen em Madrid é este quadro do veneziano Vittore Carpaccio. O MNAA em Lisboa tem também uma bonita obra daquele pintor: Sagrada Família e Doadores do mesmo ano do cavaleiro exposto no Thyssen-1505.





Carpaccio é um prato italiano feito a partir de carne crua, cortada em fatias muito finas.

Foi criado em 1950 por Giuseppe Cipriani, fundador do Harry's Bar em Veneza. Cipriani preparou a receita originalmente para a Condessa Amalia Nani Mocenigo, pois o seu médico tinha-lhe recomendado o consumo de carne crua, rica em ferro, pois ela estava com anemia.

Na época da criação do prato havia uma exposição retrospectiva das pinturas de Vittore Carpaccio (c. 1465–1525) no Palácio Ducal. Cipriani associou a cor da carne crua fatiada com o molho claro aos tons de vermelho e creme predominantes nos quadros daquele famoso artista veneziano e assim decidiu atribuir o nome de Carpaccio à sua nova criação culinária, hoje em dia tão apreciada e obrigatória nas ementas da maioria dos restaurantes italianos espalhados por esse mundo fora. 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Anjo Meloni


 

A Basilica de S. Lourenço em Lucina, Roma, tem motivado muitas noticias internacionalmente, depois do jornal italiano La Repubblica ter informado que a cara da PM Meloni tinha sido pintada num anjo recentemente restaurado.

O artista Bruno Valentinetti, com 83 anos, afirmou que tinha só restaurado um fresco pintado há 26 anos e a PM respondeu com humor, dizendo que não se parecia nada com um anjo. Contudo os partidos da oposição decidiram abrir um inquérito aquele retauro na Basilica de S.Lourenço.


Curioso, mas na mesma igreja encontra-se a Capela Fonseca desenhada por Bernini e com um busto em mármore do português Gabriel Fonseca, médico do Papa Inocêncio X ((1644–55), esculpido por aquele famoso escultor.


https://www.bbc.com/news/articles/cwygrkm7k0yo

https://en.wikipedia.org/wiki/San_Lorenzo_in_Lucina


domingo, 1 de fevereiro de 2026

118 anos após o Regicídio

Hoje, 1 de fevereiro de 2026, lembramos o Regicídio ocorrido em 1908, no Terreiro do Paço, onde foram assassinados o Rei Dom Carlos e o Príncipe Real, Dom Luís Filipe.

Museu Militar de Lisboa


Museu José Malhoa

O regicídio foi, sem qualquer dúvida, uma das páginas mais negras da História de Portugal. Em 1908, a monarquia constitucional era o regime em vigor, que permitia liberdade política e social e a de expressão não conhecia entraves. O Rei Dom Carlos, que começara o reinar numa situação económico-financeira de extrema dificuldade e politicamente instável, mostrara sempre indiscutível espírito de dever, magnanimidade e clemência, respeitando a constituição em vigor. Devido e essa atitude corajosa granjeara respeito internacional e, internamente, o seu prestígio era efetivo, mostrando  o partido republicano crescentes sinais de desgaste e a perder popularidade. Sem qualquer dúvida os republicanos e os respetivos mandantes que assassinaram o monarca e o seu filho mais velho criaram as possibilidades, dois anos mais tarde, para a implantação do regime republicano, o qual revelou-se repressivo, muito instável e desprestigiante para Portugal face ao mundo.