A minha Lista de blogues

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Trifle de Pêssego

Quando enviei a receita de tarte de pera à minha filha, que estava no norte, na casa dos sogros e encontrou tantas peras maduras, todos gostaram muito e o sogro perguntou-lhe se não se podia fazer de pêssego, pois estava na época dessa fruta. Eu aconselhei a fazer trifle de pêssego, que tinha feito na véspera e os meus netos tinham gostado muito.


Quando a minha neta mais velha (na foto com um vestido que era da minha filha) chegou a Lisboa disse-me que as receitas que a mãe tinha feito com as receitas que enviei eram muito boas. Realmente aquela menina tem um jeito para ser muito agradável.


Fotografia do trifle de pêssego feito pela minha filha

Trifle de frutos vermelhos ou de Pêssego

Morangos, framboesas, mirtilos ou varieldade de pêssegos (lata, paraguai, carecas, amarelos)

Frasco  de doce de morango ou de pêssego

200 g de palitos de champanhe (ou palitos La Reine)

400 ml de natas para chantilly

450 g de queijo-creme à temperatura ambiente (Philadelphia Original ou equivalente) 

Açúcar em pó

1 colher de chá de extrato de baunilha

Batem-se as natas bem frias em chantilly e a Filadelfia com açucar em pó. Costumo deitar o açúcar aos poucos e ir provando para não ficar muito doce. Deita-se a baunilha e junta-se tudo. Na taça de servir (com pé alto) dispõem-se os palitos, espalha-se um pouco da compota por cima, depois o creme, a fruta e repete-se. A última camada deve ser de fruta. O meu neto mais velho disse que podia ser só com pêssegos em lata como um bolo que fiz o ano passado (pão de ló comprado feito e partido ao meio recheado com chantilly e pêssegos de lata), mas eu gosto de sentir as diferentes variedades.

Não sei o que costumam fazer no Minho com os Kiwia. Vejo esta árvore bem cheia deles...




Gosto muito de cozinhar para a família, sobretudo as sobremesas, que o meu marido não faz.


E depois à noite ter um parceiro para jogar Bezique.




O SNS e eu

Sei que está na moda dizer mal do nosso SNS, mas a minha opinião é bem diferente.

Em 2023, quando me informaram que tinha de ser observada na especialidade de cardiologia, foi a minha médica do centro de saúde, que ligou para a especialista para eu ser vista por ela. Esse contacto revelou-se importante, pois tornou possível acelerar a consulta e, depois, a intervenção cirúrgica a que tive de ser sujeita já por outro médico. 

A semana passada, quando os meus netos estavam a passar uns dias na minha casa, o mais velho acordou com uma dor num olho, provavelmente por causa das brincadeiras na praia com areia, no dia anterior. Deitámos soro fisiológico para ver se melhorava, mas continuava a queixar-se, dizendo estar pior. Ligámos à minha filha, que é médica, a qual aconselhou ligarmos para a Saúde 24 para irmos às urgências do Egas Moniz. Enquanto o meu filho ligava, eu barafustava comigo mesma, pensando como era ridículo ter de marcar uma ida ao hospital, talvez influenciada pelas notícias; porém, depois, não deixei de refletir que tal se deve à falta de civismo de muita gente que recorre às urgências para casos banais. O vermelho do olho e os crescentes sintomas de incómodo e dor do meu neto indicavam uma situação bastante mais delicada. O que é certo é que depois de responder a perguntas sobre o estado do meu neto e confirmar os seus dados pessoais, o meu filho recebeu, de imediato, no telemóvel a marcação para ir às urgências de oftalmologia, onde atenderam o meu neto de maneira eficiente e simpática, dentro do horário previsto.  Limparam-lhe o olho, receitaram um creme e um antibiótico, porque tinha leves feridas na córnea e à noite, felizmente, estava bom.



O meu marido leu na revista Economist as vantagens de levarmos a vacina Shingrix e na consulta perguntei à médica do centro de saúde o que achava. Não só concordou, como até tinha um panfleto sobre a vacina. No entanto, avisou não estar ainda definitivamente comprovado que diminua, de facto,  os casos de demência. Nesse domínio muito sensível, atendendo a pesquisas recentes resultantes de cruzamento de dados, haveria indicações positivas sendo apenas aconselhável.

Hoje o meu marido e eu vacinámo-nos..

A grande desvantagem é o seu custo. As duas doses custam 360 euros por pessoa. São opções...


terça-feira, 18 de agosto de 2026

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

O Dia do Eclipse

 


Devo confessar que já me cansam as conversas a propósito do eclipse do sol, principalmente os comentários à volta dos óculos, que nem sequer tentei comprar. 


Achei piada a esta foto enviada pela minha nora, há pouco

O põr do sol  na praia de S. João, ontem


À espera como muitas outras pessoas. É verdade, em 1912 ainda não estava cá como não comtemplarei o próximo eclipse do sol em 2144. 





Entretanto, o meu marido recordou-se de uma das aventuras do Tintin, O Templo do Sol, na qual um eclipse acaba por salvar Tintin e os seus companheiros... 




A ciência e o conhecimento são sempre importantes. 

 No Minho

O eclipse da minha janela:



sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Javalis em Varela na Guiné Bissau

 




E o fruto do caju...


Ao ver javalis na praia da Arrábida, no telejornal, lembrei-me que já os tinha visto ao vivo. Pensei que tinha sido no Senegal, mas foi em Varela, na Guiné Bissau, em 2013.


O Castelo de Inveraray na Escócia

 


Já visitei a Escócia várias vezes e em diferentes fases da minha vida: estudante (interrail); bastante mais tarde, voltei para visitar o meu filho, porque escolhera a Universidade de Saint Andrews para fazer o doutoramento; pouco tempo depois ali regressei, quando ele estava a viver em Edimburgo; e, claro, apressei-me a fazer uma nova visita após o meu neto escocês nascer. Numa dessas viagens, mais recentemente, fiz um passeio mais longo pelos belos castelos, com o meu filho como guia. Costumo dizer que da Escócia tenho ótimas recordações e algumas não tão boas e por isso não necessito de regressar, até porque o meu filho, nora e neto já deixaram, há muito, a Escócia e vivem em Portugal.

Uma amiga minha fez este ano o tour dos castelos e enviou-me muitas fotos, porque disse-me que se lembrou lá de mim, por causa da coleção de porcelanas do castelo de Inveraray.

Fiquei contente por se ter lembrado de mim. Portanto, resolvi fazer um post com as fotos que me enviou para as poder partilhar. Foi um dos castelos que não visitei, mas vale muito a pena. No sítio do castelo podemos percorrer a galeria de fotos, mas não há fotografias da bela coleção de porcelana que inclui porcelana japonesa Imari (séc XVIII), chinesa, Meissen, Derby e Worcester.





porcelana chinesa
Porcelana japonesa
Meissen
Derby
Worcester

Muito obrigada G. pelas fotografias. Realmente gosto muito de admirar belas peças em porcelana.




quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Tarte de pera

 




A minha filha está a passar férias no Minho, na quinta dos sogros. Enviou-me fotos de muitas pereiras e peras no chão. Perguntei-lhe porque não fazia uma tarte e mandei-lhe a minha receita.






Tarte de pera

Massa para forrar a tarte:125 g de farinha com fermento, 75g de manteiga, 50g de açúcar, 1 gema de ovo.
Amassa-se bem a farinha com a manteiga e o açúcar e por último a gema. Deve-se obter uma massa areada, que deixamos repousar 30m (enquanto descascamos as peras).
Forra-se uma forma de tarte baixa e colocam-se as pera descascadas e cortadas às fatias finas (cerca de 700g).
Recheio: 50g de manteiga, 200g de açúcar, 2 ovos inteiros, a clara da massa e umas gotas de sumo de limão.
Deita-se esta mistura sobre as peras e leva-se a tarte a forno médio cerca de 40-50m.
A minha filha acompanhou com gelado de baunilha, salpicado de canela.

Estas férias no campo são muito importantes para verem como crescem os alimentos e dá às crianças um espaço de liberdade, que não têm na cidade. Por sua vez, os meus netos, que vivem no campo, perto de Coimbra, estão agora na minha casa, para ficarem a conhecer melhor a capital e a sua história. Os avós estiveram com eles uma semana e no último fim-de-semana com as netas. Tem sido um principio de mês cá e lá...





Boas Férias!


60 anos da Ponte 25 de abril



Espetáculo de drones na ponte 25 abril a celebrar a sua inauguração em 6 de agosto de 1966.

A construção iniciou-se em novembro de 1962 e terminou 5 meses antes da data prevista.