THIS and THAT
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domingo, 8 de março de 2026
quarta-feira, 4 de março de 2026
O Retrato do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa
Foi hoje revelado ao público e afixado na Galeria dos Presidentes do Museu da Presidência o retrato do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, que termina o seu segundo mandato na próxima segunda-feira, dia 9 de março, quando toma posse António José Seguro.
Sabia-se que o retrato ia ser muito original e algo irreverente, até pelo artista convidado Alexandre Farto (Vhils) e a imagem transmitida pelo próprio Presidente ao longo de dez anos. Seria também uma colagem com base no carvão acima reproduzido de uma foto do fotógrafo oficial do presidente, Rui Ochoa. Parece corresponder de facto às expetativas.
Gosto!
O Convento dos Cardaes
Recentemente visitei em Madrid o Convento das Descalzas Reales, fundado no século XVI por Joana de Áustria, filha de Isabel de Portugal e Carlos V. Em tempos o famoso quadro Anunciação de Fra Angelico embelezava o oratório deste convento, antes de ser transferido para o Museu do Prado, no séc XIX. Reflete claramente uma ideia de pujante riqueza a sua coleção de arte. Hoje em dia, ainda podemos observar entre as obras-primas expostas O Dinheiro do César de Ticiano, obras de Bruegel, o Velho e tapeçarias tecidas sobre desenhos de Rubens, dos quais alguns se podem admirar no Museu do Prado.
Um tesouro em Madrid, que não conhecia...
Quando mostrei o meu post a uma amiga, ela disse-me que devia visitar o Convento dos Cardaes em Lisboa, na rua do Século, um pouco acima da casa, onde se julga que nasceu o Marquês de Pombal .
Convento das Descalzas Reales em Madrid
Convento dos Cardaes em Lisboa
Embora em termos de riqueza de espólio interior não se possa comparar com o convento de Madrid, ambos têm em comum uma fachada austera.
O convento foi construído em finais do século XVII por iniciativa de D. Luísa de Távora para a ordem das Carmelitas Descalças num terreno a oeste da muralha Fernandina, que pertencia à família da fundadora. As primeiras freiras entraram para o convento em 8 de dezembro de 1681. Dona Luísa de Távora também viveu no convento e aí foi sepultada, cuja lápide com o escudo dos Távora se destaca, durante a visita. As Carmelitas viveram no convento até a abolição das ordens religiosas no século XIX e, em 1877, foi entregue à Associação Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos e às freiras dominicanas, que se mantiveram até à atualidade. Documentos do Convento revelam que muitas freiras tinham elevado nível de instrução.
Os maiores tesouros do convento estão reservados para a ampla capela de uma só nave. Resistiu muito bem ao terramoto de 1755 e contrasta com a sobriedade da fachada. Ali encontramos talha dourada, embutidos de mármore ao gosto florentino, grandes pinturas da autoria de André Gonçalves e da escola de Vieira Lusitano, centradas em Nossa Senhora e um friso de azulejaria holandesa sobre Santa Teresa de Ávila. assinada pelo mestre Jan von Oort. Destaca-se também no espólio as belas e elegantes imagens religiosas dos séculos XVII e XVIII, a maioria, certamente, em madeira policromada.
No hall de entrada as insignias das Carmelitas Descalças por cima de uma caixa circulatória, que comunicava com o interior.
Na sacristia azulejos portugueses em albarradas com representação de S. Joaquim, Santa Ana e São José.
A Sala do Capítulo foi a última a ser transformada, depois do terramoto. Azulejos Pombalinos e um bonito oratório ao fundo.
Foi uma excelente manhã.
segunda-feira, 2 de março de 2026
Parabéns Carminho!
A minha neta Carmo faz hoje 6 anos.
2025. Na escola
2024- 4 anos. Almoço na casa dos avós
2023- Porto Santo- férias de verão
2022-Páscoa na casa dos tios
2021. Férias no Alvor com os avós, pais, tios e primos
2020. O primeiro Natal na casa dos avós.
Com o primo Teddy
Em 1993, a minha filha tinha a mesma idade. Vivíamos em Ancara, Turquia e foi o ano da transição para Portugal, onde começou a frequentar a escola primária, porque o pai foi colocado na Guiné Bissau.
Em 6 de abril de 1993. Com as prendas na cama dos pais, uma foto que é uma tradição e a apagar o bolo na escola (International Pre-School).
Em maio, no Dia da Mãe, na escola "...I want o to be a mommy"
Despedida da nossa casa em Ancara
Na escola e em casa a fazer os TPC na nova secretária
domingo, 1 de março de 2026
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Museu da Música Portuguesa
Casa Verdades de Faria
O Museu da Música Portuguesa fica situado na Av. de Sabóia, 1146, no Monte Estoril, na Casa Verdades de Faria. É um pequeno museu, que contém uma coleção de instrumentos musicais portugueses, um centro de documentação e também um espaço para concertos.
A maioria dos instrumentos da coleção foram reunidos pelo etnólogo e musicólogo corso Michel Giacometti (1929-1990), durante a recolha de música tradicional que realizou pelo país, entre os anos 60 e 80 do século passado.
Em 1994, o compositor Fernando Lopes Graça, que colaborou estreitamente na investigação de Michel Giacometti, deixou em testamento à Câmara Municipal de Cascais todo o seu espólio, que veio a ser incorporado no museu em 1995.
A casa onde o museu está instalado, foi mandada construir, em 1918, por Jorge O’Neil, (1849-1925) um aristocrata irlandês, tendo sido Raul Lino o arquiteto.
O´Neill construiu três casas em Cascais e no Estoril e todas elas são atualmente museus.
A primeira, em 1900, da autoria de Francisco Vilaça foi a Torre de S. Sebastião, hoje em dia o Museu dos Condes de Castro Guimarães.
Em 1902, construiu a Casa de Santa Maria, como prenda de casamento para a sua filha e, em 1918, a Casa Verdades de Faria, originalmente conhecida por Torre de S. Patricio. Ambas são projetos de Raul Lino. Em 1942, a última casa casa foi vendida a Enrique Mantero Belard e à sua mulher Gertrudes Verdades de Faria. Quando o marido morreu, em 1974, deixou em testamento a casa e o jardim ao municipio de Cascais, porque não tiveram filhos, explicitando que deveria ser criada uma casa-museu com o nome da sua mulher, o que veio a acontecer em 1982.
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