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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Wellington

Este post não é sobre Arthur Wellesley, 1º Duque de Wellington (1769-1852), um general célebre, famoso por derrotar Napoleão em Waterloo e, antes, por comandar de maneira vitoriosa as forças luso-britânicas na Guerra Peninsular, nem sobre o seu retrato roubado da National Gallery...

Nunca li esta biografia. O meu marido ficou pouco entusiasmado após a sua leitura e por isso não me motivou...

Também não é sobre a Baixela da Vitória desenhada por Domingos Sequeira e oferecida a Wellington como reconhecimento do povo e monarca portugueses.

É sobre culinária. Mas não se trata da famosa receita britànica, inspirada na francesa filet boeuf en croûte, que honra Wellington: Beef Wellington, uma das minhas receitas favoritas de carne de vaca. Trata sim da sua versão com peixe, Salmão Wellington.




Recentemente a minha filha comeu um excelente Beef Wellington no Bougain em Cascais

A versão de Salmão é  uma variante moderna daquele clássico, mais fácil de preparar e mais leve.


Retira-se a pele do salmão, vertendo sobre ela um pouco de água a ferver, porque desse modo sai mais fácilmente. Tempera-se o salmão a gosto e coloca-se por cima de uma folha de massa folhada.
Corta-se uma cebola e pica-se, que vai ao lume numa frigideira com azeite. Junta-se 1 dente de alho esmagado e picado. Com a cebola bem dourada, junta-se-lhe um pacote de espinafres lavados. Quando as folhas ficarem reduzidas a metade, tempera-se de novo a gosto e adiciona-se um pacote de queijo creme Filadélfia Original, mexendo até ficar em creme para barrar no salmão.
Dobramos a massa folhada sobre o salmão como um embrulho e dão-se uns pequenos cortes com a faca. Vai ao forno aquecido a 200 graus, durante 35-40 m.



Foi o nosso almoço hoje, com uma salada de alface e tomate, acompanhado com um vinho branco Quinta da Alorna. Muito bom!



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