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sábado, 19 de setembro de 2026

No Museu Gulbenkian

O Museu Gulbenkian em Lisboa abriu em 1969. O edifício foi construído especificamente para acolher a eclética coleção de Calouste Sarkis Gulbenkian (1869-1955), constituída por obras do Antigo Egito, Mesopotâmia, Turquia, Pérsia, Europa, China e Japão. Gulbenkian era um arménio multimilionário que nasceu em Istambul e viveu a maior parte da sua vida adulta entre Londres e Paris.


No princípio dos anos 40 do século passado, durante a Segunda Guerra Mundial, escolheu Lisboa para viver, onde acabou por residir nos seus últimos treze anos de vida, deixando em testamento a criação da Fundação com o seu nome, da qual o magnífico Museu representa a sua imagem mais prestigiante.   

O Museu reabriu em julho, depois de ter estado fechado um ano e meio para obras de renovação. Julguei que ia ver grandes modificações, mas felizmente não. As obras foram mais estruturais: canalizações, equipamentos expositivos...pelo que me lembro até  parece que a maior parte das obras está no mesmo sitio.


Filhos do deus Hórus 664-525 a.C.


Vaso grego c. 400 a. C.




Turquia. Período otomano


Verde Céladon inspirado no jade. China Séc XV


Leões Budistas. China Séc XVIII


Conjunto para piquenique. Japão. Séc XIX


Livro de Horas


A Virgem com o Menino. A Anunciação. Flandres séc XV 




Não me recordava deste retrato de Frans Hals (Séc XVII)

As unhas são um pormenor incrível.









Retrato do ourives Thomas Germain e a sua mulher 




Bonita encadernação











Saudades de ver as duas obras de Turner da coleção


O pintor veneziano Francesco Guardi devia ser um dos preferidos de Gulbenkian, pois tem 17 obras daquele mestre. Em 2024, vi a exposição na  Gulbenkian Veneza em Festa. Uma beleza!

Do pintor Henri Fantin-Latour tem três naturezas mortas.


A relação entre arte e natureza é impressionante neste museu


A exposição termina com Lalique: vidros e jóias

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