Quando enviei a receita de tarte de pera à minha filha, que estava no norte, na casa dos sogros e encontrou tantas peras maduras, todos gostaram muito e o sogro perguntou-lhe se não se podia fazer de pêssego, pois estava na época dessa fruta. Eu aconselhei a fazer trifle de pêssego, que tinha feito na véspera e os meus netos tinham gostado muito.
Quando a minha neta mais velha (na foto com um vestido que era da minha filha) chegou a Lisboa disse-me que as receitas que a mãe tinha feito com as receitas que enviei eram muito boas. Realmente aquela menina tem um jeito para ser muito agradável.
Morangos, framboesas, mirtilos ou varieldade de pêssegos
(lata, paraguai, carecas, amarelos)
Frasco de doce de
morango ou de pêssego
200 g de palitos de champanhe (ou palitos La Reine)
400 ml de natas para chantilly
450 g de queijo-creme à temperatura ambiente (Philadelphia
Original ou equivalente)
Açúcar em pó
1 colher de chá de extrato de baunilha
Batem-se as natas bem frias em chantilly e a Filadelfia com açucar em pó. Costumo deitar o açúcar aos poucos e ir provando para não ficar muito doce. Deita-se a baunilha e junta-se tudo. Na taça de servir (com pé alto) dispõem-se os palitos, espalha-se um pouco da compota por cima, depois o creme, a fruta e repete-se. A última camada deve ser de fruta. O meu neto mais velho disse que podia ser só com pêssegos em lata como um bolo que fiz o ano passado (pão de ló comprado feito e partido ao meio recheado com chantilly e pêssegos de lata), mas eu gosto de sentir as diferentes variedades.
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