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domingo, 14 de setembro de 2025

De Partida para Coimbra

Ontem não tirei muitas fotografias na festa de 1 ano da minha sobrinha-neta Olivia. Eramos cerca de cinquenta pessoas com a família do lado do pai, o meu sobrinho, da mãe e amigos, muitas pessoas que eu não conhecia.

A Olivia com a prima Angela, que tem muito jeito para crianças e é avó de seis (a mais velha já licenciada e as mais novas no 5º ano) e com a minha neta Beatriz (2º ano) na festa dos 80 anos da minha irmã, o mês passado.

Na impossibilidade de mostrar os mais novos, aqui fica a recordação das meninas Relva, ontem, na festa da Olívia (Angela, Xila, Teresa e Joana).




Hoje, depois do almoço partimos para Coimbra, com o meu filho, que nesta altura participa na corrida do Tejo.




Desde que o meu filho e nora compraram uma casa nos arredores de Coimbra, no campo, (Casa da Tartaruga) em 2018 tenho visitado muito aquela cidade.


No entanto, resolvi procurar no meu livro TESOUROS ARTISTICOS DE PORTUGAL algum lugar que não tenha visitado há muito tempo e encontrei.

Entretanto recebi já fotografias da minha sobrinha a desembrulhar as prendas, hoje de manhã. A nossa família gosta de partilhar momentos felizes.



sábado, 6 de abril de 2024

Regressei de Coimbra


Um tema tradicional- A Última Ceia- tratado de uma forma não convencional. Sempre gostei muito deste quadro e numa semana que me chamaram, de forma figurada e genérica no FB, de tradicionalista, bacoca e saudosista por preferir o novo logotipo do governo às três figuras geométricas, que nada me diziam, gostei mais uma vez de rever aquela pintura com os seus contrastes de luz e sombra, porque parece que hoje em dia falar de arte sobre temas religiosos é assunto de quem não evoluiu...



E já agora mais uma imagem tradicionalista: a Rainha Santa Isabel comprada no Museu Machado Castro, (Cristina Claro Cerâmica) junto a uma rosa de Herend.


 

Depois de passar a Páscoa no campo, na casa do meu filho, hoje regressei a casa em Lisboa.

Foi uma semana muito bem passada com a companhia do meu neto, que está na primeira classe e estava de férias.

Passei pela parte baixa da cidade de Coimbra e tive uma certeza, aquilo que desconfiava há muito: a cidade está feia e degradada. É uma tristeza passar por aquelas ruas... Claro  depois subimos até ao planalto da Universidade e mudamos de ideia...

Felizmente no campo, onde mora a minha família, tenho muitas coisas para me entreter... 

Ontem, as minhas netas regressaram de umas curtas férias no norte e ficámos todos juntos esta noite para celebrar o aniversário da minha filha, hoje.


Impulsionados pelo neto mais velho fizeram escavações "arqueológicas", porque ele achava que umas pedras no fundo de um buraco, que escavou, eram do tempo dos romanos...

Hoje o almoço esteve por minha conta.

Gostei que uma toalha que a minha sogra gostava muito servisse numa das mesas.

Comprei antes de ir para Coimbra um aparelho que corta feijão verde e realmente é uma maravilha. É rápido e fica todo cortado igual e fino.

Foi um sucesso, porque todos gostamos muito, mas ninguém gosta de cortar...



Quando cheguei a casa tinha esta beleza à minha espera. É um cacto Schlumbergera. Deu flor no Natal e agora.

Tenho dois vasos: um rosa e um vermelho. O rosa também floriu no Natal e em março...

Eram assim pequenos quando os comprei num supermercado em Bratislava em 2021...


quarta-feira, 3 de abril de 2024

No Museu Machado de Castro






Na cidade de Aeminium


Cavaleiro medieval século XIV

Esculturas em terracota da Última Ceia do século XVI criadas por Hodart para o refeitório do mosteiro de Santa Cruz




O magnífico anjo barroco, custódia do Sacramento, que esteve na grande exposição Europália 1992



"Avó, consigo imaginar isto na tua casa" chamou-me o meu neto Charles quando viu este relicário do século XIV do mosteiro de Santa Clara.


Tapete de Arraiolos século XVII




Caixas de rapé japonesas


Faiança portuguesa do século XVIII.

O Museu Machado de Castro, cujo edifício reflete bem a história de Coimbra e de Portugal,  tem um espólio muito interessante e valioso, abrangendo um vasto período desde os romanos até ao século XIX.

sábado, 17 de junho de 2023

Em Coimbra



Já há couves, batatas e cenouras, como disse o Teddy...

 

O Kaftan do Iraque fica tão bem à minha nora...


Na Queijeira do Rabaçal comi uma piadina. Estava ótima e fez-me lembrar a que experimentei em Ravena.