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sábado, 3 de fevereiro de 2024

No Museu do Sporting

 Os leões:





Proveniente da antiga sede do Sporting CP, na R. do Passadiço (1947) este emblemático leão foi colocado no antigo estádio (1956) junto à mitica porta 10A. Em 2003, veio para o atual estádio José Alvalade como parte da coleção do museu.


Proveniente da antiga sede do Sporting, na R. do Passadiço, este quadro encontra-se em processo de análise para recuperação...


 
Os cinco Violinos: António Jesus Correia, Manuel Soeiro Vasques, Fernando Baptista de Seixas de Vasconcelos Peyroteo, José António Barreto Travassos e Albano Narciso Pereira.

Esta designação da autoria do jornalista, e mais tarde treinador João Joaquim Tavares da Silva foi atribuída a este grupo de cinco jogadores, os quais, entre 1946-49, maravilharam os espetadores.















Bom Sábado!

 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Sevilha em 1986

 

Lembro-me bem desta viagem que fizemos com o nosso filho de 2 anos a Sevilha. Ao chegarmos ao Alcazar uma cigana insistiu em ler a minha mão e eu, perante a sua persistência, acabei por deixar. Foi a primeira vez. Disse coisas muito simpáticas, como deve ser costume e deu-me a novidade de estar grávida de uma menina (e confirmou-se). O meu marido perdeu a cabeça e deu-lhe todas as moedas, que tinha no bolso. Esta fotografia de nós três tem-me acompanhado sempre, apesar de não estar muito bem.

Nunca mais deixei que me lessem a mão, mas no fim de semana passado, no estacionamento em Belém, fui como que assaltada por umas mulheres, que teimavam em ler a minha sina...

Regressámos a Sevilha, quando os filhos eram adolescentes e também fomos a Granada e Córdova. Noutra viagem estivemos os quatro em Salamanca. Adorei essa cidade universitária. 

Fui a Madrid só com os meus filhos e regressámos de comboio numa carruagem cama. Foi uma aventura...

A Toledo fomos só com o filho, porque a filha estudava o Harrison...

Saudades de viajar por Espanha. Gente muito simpática e comida fantástica...

Os edificios históricos e a informação

Gosto de visitar um país, onde passeando pelas ruas podemos obter informação sobre os edificios históricos por onde passamos...

Escócia, Eslovénia

Roménia


França, Itália

Claro, ou melhor escuro, há aqueles que colocam a informação apenas na sua língua, como na Áustria e em muitos locais da Alemanha, pois pensam que se os turistas não falam alemão deviam aprender...

Áustria


e a Eslováquia segue o exemplo para os turistas não perceberem patavina do que está escrito..

Pelo que tenho visto em Lisboa, quando há informação colocam a tradução noutras línguas. O pior é que passamos ainda por muitos edificios históricos e não há qualquer legenda. Foi o que se passou ontem...


Felizmente existe o google e através do nome da rua vi que se trata do palácio dos condes de Anadia. Por acaso já visitei outro da mesma família em Mangualde e vale muito a pena...


Li há dias que a CML vai fazer um esforço para tapar os inúmeros fios eletricos à vista nas casas antigas e que ficam muito feios.

Vá lá, com mais um esforço comecem a colocar a informação relevante nos edificios históricos. E há tanta história a evocar.



Mais uma porta bonita em Lisboa (Amoreiras)


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

Vieira da Silva no Museu e no Metro

 


Recentemente vi na Embaixada de França em Lisboa duas obras de Vieira da Silva, que me deixaram indiferente. Uma foi uma tapeçaria de Portalegre na sala de jantar, que não me pareceu ali "confortável". Vi no Museu das Tapeçarias de Portalegre peças de Vieira da Silva muito mais bonitas. A  outra obra estava na sacristia, que resistiu ao terramoto. Tem azulejos do século XVII (o anjo do silêncio e a representação do cíngulo (faixa em forma de cordão usada na cintura como veste litúrgica) representando a união. Por cima destes foram incorporados azulejos da Vieira da Silva com frases escritas em português, francês e latim, em azulejos simples brancos com letras da mesma cor. Fiquei francamente desiludida e pensei que tinha, em breve, de rever a Vieira da Silva que gosto muito.

E foi hoje...

Encontrámos imenso trânsito de manhã, por volta das 10.30h e até disse ao meu marido que parecia que os reformados tinham todos saido, só esperava que não fossem para o mesmo lugar que nós...


Perguntei na receção  do Museu o que se tinha passado com as obras emprestadas do banqueiro Jorge de Brito, o maior colecionador português de Vieira da Silva e a jovem funcionária disse-me que não sabia, mas talvez tivessem sido emprestadas para uma grande exposição em Marrocos, que está em exibição desde outubro passado e que termina este mês...

As obras expostas da coleção permanente do museu já me deixaram satisfeita...









No livro que comprámos estava "a biblioteca" . Gosto imenso. Tenho um poster, agora na casa do meu filho e nora que comprámos há 38 anos na Gulbenkian numa grande retrospetiva de Vieira da Silva. Pertence a uma coleção privada, em Nova Iorque e que me desculpe Denise Calé por a apresentar no blogue...

Em seguida partimos para o metro da Cidade Universitária, que não existia no meu tempo de faculdade e está decorado com azulejos da Vieira da Silva.






E foi assim passada a manhã, hoje...









Nota: As fotografias da Embaixada de França são da net e do livro Le Palais de Santos de Helder Carita