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segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Em Paris


Relógio público mais antigo de Paris. 
Varandas típicas

Como alguém disse, Paris é uma cidade que nunca se visita pela primeira vez. Vamos sempre vê-la de novo. Realmente, a maioria das pessoas sabe como é Paris, mesmo sem nunca ter lá estado. São os seus sonhos e imaginação das fotografias, filmes, arte, literatura, gastronomia, que criam em cada um a  imagem pessoal de Paris.


O meu primeiro Interrail, em 1978, com paragem obrigatória em Paris.




A mostrar Paris aos filhos em 1996

Ao assistir na TV à cerimónia de inauguração dos Jogos Olimpicos , com belas imagens de Paris e o final com a interpretação de Céline Dion da canção de Edith Piaf Hymne a L'Amour deu-me uma enorme vontade de regressar a Paris. E cá estamos nós...

Hymne a L'Amour

Le ciel bleu sur nous peut s'effondrer
Et la Terre peut bien s'écrouler
Peu m'importe si tu m'aimes
Je me fous du monde entier

Tant qu'l'amour innondera mes matins
Tant qu'mon corps frémira sous tes mains
Peu m'importe les problèmes
Mon amour, puisque tu m'aimes

J'irais jusqu'au bout du monde
Je me ferais teindre en blonde
Si tu me le demandais
J'irais décrocher la Lune
J'irais voler la fortune
Si tu me le demandais
Je renierais ma patrie
Je renierais mes amis
Si tu me le demandais
On peut bien rire de moi
Je ferais n'importe quoi
Si tu me le demandais

Si un jour, la vie t'arrache à moi
Si tu meurs, que tu sois loin de moi
Peu m'importe si tu m'aimes
Car moi je mourrais aussi

Nous aurons pour nous l'éternité
Dans le bleu de toute l'immensité
Dans le ciel, plus de problème
Mon amour, crois-tu qu'on s'aime?
Dieu réunit ceux qui s'aime


Paris no outono:

Tulherias e jardim do Luxemburgo
Palácio Garnier e Galerias Lafayette
Olympia
Place Vendôme
No Museu do Louvre fui ver o Astrónomo de Vermeer, que não foi emprestado para a Grande Exposição no Rijksmuseum, o ano passado.




Esta pintura, também de Vermeer, estava em Amsterdão, mas com outra moldura. Esta é uma beleza.










Além das obras que vamos sempre rever (Vitória de Samotrácia, Vénus de Milo, Gioconda...)






Rafael também estava na lista


Só a minha irmã é que foi à Orangerie. 
Fiquei sentada no jardim junto à Place de la Concorde



Tenho ainda bem presente a visita há 4 anos...





Pontes de Paris: Dos Artistas, Ponte Nova e Alexandre III


Desta vez não demos um passeio de barco...


Vista Panorâmica de Paris em 1588 com a Ponte Nova em construção.
 Museu da Cidade de Paris (Carnavalet)




A minha filha adorou este quadro de Renoir, quando visitou o museu d` Orsay pela primeira vez.







Gostei muito de conhecer a Fundação Louis Vuitton no Bois de Bologne.


No Champs Elysées fiquei intrigada com o edificio da Louis Vuitton, um baú....


Gosto muito da Place de Voges

 A subida do Calvário (é assim que a rua se chama)


Nunca mais tinha ido ao Sacré-Coeur. Em 1996 fizeram-me o retrato. Acho que não fiquei muito parecida, mas estive algum tempo sentada enquanto o artista tentava passar para o papel o seu talento. Hoje em dia os artistas andam de bloco na mão e fazem o retrato de pé a 1 metro da pessoa, que também não tem lugar para se sentar...

No Centro Pompidou nem sequer entrei. Vai fechar para obras de 2025 a 2030. Não vou sentir a falta...

Desta vez não fui espreitar o atelier do grande escultor romeno Constantin Brâncuși, na praça junto ao museu.

A Notre Dame está a ficar linda...



A Recuperação de Notre Dame


Foram 5 dias bem passados com a minha irmã e o meu marido. "Trabalhámos" muito, porque isto de férias tem muito que se diga...agora sim, vou descansar...









quinta-feira, 17 de outubro de 2024

O Hospital de Bonecas

A Boneca depois do tratamento

Fui ao Hospital de Bonecas, na Praça da Figueira, para arranjarem uma boneca que uns amigos americanos encomendaram e ofereceram à minha filha, quando vivíamos em Ancara.


A boneca chama-se Jessica e partiu a cabeça em Portugal,  quando os meus filhos eram já adolescentes. Resolvi mandar arranjá-la para o Natal, época de recordações, apesar de ter sido oferecida numa altura um tanto amarga, entre a I Guerra do Golfo e os conflitos na ex-Jugoslávia, onde em ambos o meu marido foi chamado a trabalhar nas Embaixadas em Bagdad e Belgrado.



O arco e o chão são anteriores ao Terramoto de 1755

O Hospital das Bonecas funciona há quase 200 anos (desde 1830). Está instalado num edifcio que tem ainda vestígios da Capela de Nossa Senhora do Amparo, que ruiu com o Terramoto de 1755. Fazia parte do Hospital de Todos-os-Santos.

Há uma zona do Hospital, onde as bonecas são recuperadas e ao lado um museu particular, que pertence à mesma família, há 5 gerações.










Há bonecas de diversos materiais e algumas com cabelo humano. As mais antigas têm perto de 200 anos, mas há aquelas da minha época, como os bébés chorões e uma coleção de Barriguitas, como as que a minha filha teve.



Gostei muito de ver as bonecas e casas das bonecas (vendem acessórios para quem quiser redecorar essas casas).



O meu marido lembrava-se bem deste boneco "o palhinhas" antes de se mandar os meninos para a cama na TV, na sua altura.

A Passear por Lisboa

Creio que não ia à Baixa desde a Primavera, quando os jacarandás estavam em flor. Uma pena, pois adoro Lisboa


 Na Praça da Figueira  com o imponente Castelo de São Jorge ao fundo.
Visitei o Hospital das Bonecas


Ainda não tinha visto a nova Loja Pérola do Rossio, no meio de portas da Zara. O interior continua igual e os biscoitos que comprámos excelentes. Dei parabéns ao senhor que lá estava ao balcão pela capacidade de resistência. Depois de tantos anos de obras, reabrem iguais.

Fomos comprar bilhetes para um espetáculo infantil no Politeama para levarmos os netos, mas ainda não estavam à venda.



Gostei muito de ver a nova fachada do edificio, onde funcionava o cinema Odeon, que nunca fui. Agora são apartamentos.

segunda-feira, 14 de outubro de 2024

Larimar


 
Larimar é uma pedra semi-preciosa originária de apenas um local no mundo inteiro: a República Dominicana. Portanto, trata-se de uma raridade e daí ser bastante cara.


Hoje, ao passar por uma casa de pedras, chamou-me a atenção este colar de um bonito azul. Pensei, contudo, que o nome Larimar, na etiqueta, fosse o nome da loja. Enganei-me.

As pedras azuis simbolizam pureza, calma e espiritualidade em várias culturas. Creio que consigo identificar a safira, a água marinha, as turquesas, a calcedónia, o lápis lázuli e a tanzanite. Mas há muito mais... hoje fiquei a conhecer esta. Nunca fui à República Dominicana, se lá tivesse ido teria visto pedras larimar no seu local de origem, até porque constitui um símbolo nacional dominicano e há quem a imagine ligada à mítica Atlântida. 

Porém, desconheço a associação desta pedra com os meses do ano como acontece com outras.