The New York Times Style Magazine
A minha Lista de blogues
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Catholic Service in Hampton Court
Hampton Court Palace, near London.
The Chapel Royal in Hampton Court held its first Roman Catholic service in nearly 500 years today, in a symbol of the growing reconciliation between the Catholic Church and the Church of England.
The vespers service was originally conceived to celebrate the palace’s 500th anniversary and the chapel’s musical heritage. The prayer was sung mostly in Latin and was led by Britain’s most senior Roman Catholic cleric, Cardinal Vincent Nichols, and by Bishop Richard Chartres of London.
In 1530, King Henry VIII sent the first letter threatening to break off ties with the Catholic Church in Rome from this Palace (the Church in Rome refused to grant him an annulment from his first wife, Catherine of Aragon to marry Anne Boleyn )
I think Henry VIII will be spinning in his grave!
2014 photos taken in the Palace and Gardens:
Sonhos de Carnaval
Hoje é dia de Carnaval e na ilha da Madeira é "obrigatório" preparar SONHOS para comemorar esta tradição. Ao contrário do Continente, onde se comem no Natal e com açúcar e canela, na Madeira, este é um costume de Carnaval e os sonhos são sempre servidos com uma calda- para mim a melhor forma de comer sonhos...
Ui já me está a crescer água na boca...
Sonhos de Carnaval da Madeira
1/4 de litro de água, 1/4 litro de leite, 100 g de margarina, casca de limão, 300 g de farinha sem fermento, 6 ovos grandes, 2 colheres de chá de fermento Royal e óleo para fritar.
Ferve-se a mistura de leite com a água, a margarina e a casca de limão. Quando ferver, baixa-se o lume e adiciona-se a farinha de uma vez só e mexe-se rapidamente com uma colher de pau, para que não se formem grumos. Quando se obtiver uma massa compacta, que desgruda da panela, retira-se do lume até arrefecer. Quando a massa estiver fria, junta-se os ovos um a um enquanto se mexe com as mãos, até que os ovos fiquem completamente incorporados. Em seguida, mexe-se novamente a massa com uma colher de pau (é necessária alguma força, para o que é conveniente pedir ajuda a quem também vai comer os sonhos... nem que seja para segurar na panela). Por último junta-se o fermento.
Aquece-se o óleo em lume médio (é necessário fritar os sonhos lentamente, para que não fiquem crus por dentro) e junta-se porções da massa em forma de bolinhas.
Depois de fritos e frios servem-se com uma calda feita com 1 chávena de água, 1 chávena de açúcar, 1 pau de canela e 1 casca de limão.
Bom apetite!!
(Já em criança comia sonhos feitos com esta receita e deliciava-me...)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Victoria Flamel: Portugal and the Portuguese
..."they always sort of seem to underestimate themselves and their country, which is a shame, because both are amazing" So true, Vctoria.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Feliz Carnaval
Esta foto não é de Carnaval, mas sim de um casamento muito divertido em Caracas em 2008, com uma troupe de Carnaval brasileira.
A única vez que participei num concurso de Carnaval ganhei o 1º prémio (Há muitos, muitos anos)
International Year of Pulses
The United Nations launched 2016 as International Year of Pulses, celebrating the benefits of legumes.
Pulses are seeds you can cook and eat, for example beans, lentils and peas. There are hundreds of varieties of pulses grown throughout the world. Popular ones include all varieties of dried beans, such as kidney beans, lima beans, butter beans and broad beans. But also chickpeas, cowpeas, black-eyed peas and pigeon peas.
According to FAO they are not merely cheap and delicious; they are also a highly nutritious source of proteins, fibers, and amino acids that can help prevent diabetes, heart disease, and cancer. They provide an affordable alternative to more expensive animal-based protein, which makes them ideal for enhancing diets in poorer parts of the world
Despite strong evidence of the health and nutritional benefits of pulses, their consumption remains low in many developing and developed countries.
The idea of launching the international year of pulses this year is to make people rediscover pulses and make them a food trend just like quinoa, which saw an increase in sales ever since the UN designated 2013 the International Year of Quinoa.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Vitinho
O desenho animado Vitinho e a canção "está na hora da caminha" fazem trinta anos.
Lembro-me que fazia as delicias das crianças e pais. Na altura em que o meu filho começou a ver estes desenhos animados, davam um pouco tarde para o nosso gosto, pois ele tinha o hábito de ir para a cama mais cedo (também acordava sempre muito cedo, um menino de muito bons hábitos...). E como nessa época comprámos o nosso primeiro video era possível mostrar a gravação um pouco antes da hora que passava na televisão, se bem me lembro entre as nove e as nove e meia da noite. A curiosidade e interesse pelo que aparecia no ecrã da TV, depois de tocarmos no botão de "play", era tão grande que um dia, quando nos distraímos, enfiou o dedo por dentro do buraco do video gravador e, infelizmente, ficou com uma pequena marca no dedo, até hoje. Mas o gosto pelo Vitinho continuou...

O tempo passa tão depressa...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
O famoso chá das cinco no Reid’s
É agora reconhecido em artigo do Público, após Portugal conquistar, pela primeira vez, um lugar no top 10 dos destinos com melhor reputação hoteleira do mundo. Um feito obtido graças ao Funchal, que surge na 10.ª posição e claro o Reid´s nunca poderia estar de fora.
Sobre o chá:
domingo, 31 de janeiro de 2016
Por Aqui e por Ali
Achei interessante a capa do livro. Parece uma reprodução do quadro de Asher Brown Durand, Kindred Spirits (1849), que Bill Bryson admira e diz "não lhes consigo transmitir quanto gostaria de entrar nesse quadro" (pág. 128).
O livro Por Aqui e Por Ali de Bill Bryson, publicado pela Bertrand em Outubro de 2015, é a tradução de A Walk in the Woods ( 1997).
O livro é escrito com muito humor. Começa por explicar a curiosidade do autor, quando se mudou para uma pequena localidade em New Hampshire (Hanover), por um caminho que desaparecia pelo bosque.
Bill Bryson e o seu amigo Stephen (Katz), tentam percorrer juntos o Trilho dos Apalaches, uma caminhada que se estende por mais de 3000 quilómetros, atravessando catorze estados, desde a Georgia até ao Maine.
Apesar de nem ter percorrido metade do Trilho dos Apalaches (TA), são muitas as peripécias descritas no livro, intercaladas com assuntos mais sérios relacionados com a história do caminho, as pessoas e a natureza.
Em 2005, Robert Redford mostrou-se interessado em produzir o filme e pensou no seu amigo Paul Newman para o papel de Katz, mas infelizmente este último actor morreu em 2008, sem que o projecto se tivesse concretizado. O livro foi finalmente adaptado ao cinema o ano passado com Robert Redford no papel de Bill Bryson e Nick Nolte no de Katz. Não vi o filme, mas pelo trailer Nick Nolte parece ter sido uma boa escolha, pois corresponde à imagem que formei do amigo do autor.
Sophia de Mello Breyner no Correo Del Orinoco
sábado, 30 de janeiro de 2016
BLOOKS
Mindell Dubansky, the longtime preservation librarian at the Metropolitan Museum , has a collection of 600 fake books made from stone, wax, straw, wood, soap, plastic, glass and other materials. Her romance with fake books began two decades ago at a Manhattan flea market. She has a term for them: “blooks,” short for “book-look.”
Some 200 items from her collection went on display on Thursday at the Grolier Club in Manhattan, where they will remain through March 12. The exhibition, “Blooks: The Art of Books That Aren’t,” appears to be the first of its kind in the United States.
The Grolier Club, which calls itself after the great French bibliophile Jean Grolier (1489/90-1565) was founded in 1884 "to foster the study, collecting, and appreciation of books and works on paper, their art, history, production, and commerce". It is situated at 47 East 60th Street, New York City (between Park and Madison Avenues).
It is a pity I had never heard of this club before. What a beautiful surprise gift it would have been to my husband to visit the place when we lived only 3 hours away from Manhattan...
'Blook' madness: inside the world of 'bogus books' (The Guardian)
'Blook' madness: inside the world of 'bogus books' (The Guardian)
Mini suitcase bar. The bottles have the shape of books. Simon Bolivar Museum
A Miniature book stand we bought in Venice, Italy
Books are very important in my family. Even the curtains of our small library in Lisbon is decorated with books.
Reference:
36 horas no Porto...
...é o titulo na secção Travel do New York Times de 28 janeiro 2016, escrito por NELL McSHANE WULFHART
Não é a primeira vez que aquele jornal dedica um artigo ao Porto, soletrado à portuguesa:
36 Hours in Porto, Portugal
Frida Kahlo em Boston
O Museu de Belas Artes de Boston (Museum of Fine Arts, Boston) adquiriu, há pouco tempo, a sua primeira obra de Frida Kahlo: “Dos Mujeres" (Salvadora y Herminia), de 1928. Num ambiente de densa folhagem o quadro mostra duas mulheres mexicanas, criadas de Frida, que as conhecia desde a infância.
O Metropolitan Museum de Nova Iorque não possui qualquer obra desta pintora modernista, uma das pintoras mexicanas mais relevantes e famosa, que viveu algum tempo nos Estados Unidos.
"Frida" pelo artista venezuelano Evelio Rodriguez
A pintura, cujo preço não foi revelado, pertencia a um norte-americano, amigo da artista e do seu marido e foi o primeiro quadro que Frida Kahlo vendeu.
Foi dada especial relevância na apresentação do quadro ao público, o qual, a partir de março, será objeto de tratamento especial e conservação, antes de ser transferido para a ala das Américas, no final do ano.
O Museu de Frida Kahlo na cidade do México é um dos museus mais visitados. No final do ano passado, quando cheguei à sua entrada ainda faltava meia hora para a abertura. O meu marido e eu decidimos ir tomar o pequeno-almoço primeiro e quando regressámos, à hora de abertura, já estava uma longa fila.
Apesar de não ser dada a superstições ou ligar a ambientes menos positivos, senti na Casa Museu de Frida Kahlo uma atmosfera muito negativa, quase deprimente. Mesmo tendo em conta o azul alegre das paredes e os vestidos coloridos da pintora, a decoração do seu quarto de dormir e alguns locais da sua residência de infância, revelaram uma existência muito infeliz. Infelicidade não só provocada pela sua doença e o acidente rodoviário, que a marcaram profundamente, como também pela vida tumultuosa com o marido, o grande muralista mexicano Diego Rivera.
Frida e Diego
No jardim da casa
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Santa paciência…
O ano passado, durante as férias de Natal, mandei limpar um quarto de arrumações com caixas muito velhas, que ninguém se lembrava o que continham.
Foi então que encontrei este tapete e escrevi:
Triste vida a de um tapete…
Santa Paciência…!
"Hoje lavei, com os pés, como aprendi a fazer na Turquia, este antigo e danificado tapete de Arraiolos, que encontrei guardado numa caixa. Quando estiver seco vou ver o que consigo fazer com ele..."
28 jan 2015
Um restauro em Portugal sairia caríssimo, pois estava muito danificado parece que devido às mordidelas de um ex-habitante desta casa, com quatro patas. (essa parte não está visível na fotografia tirada na altura).
Resolvi esconder as trituradas partes debaixo das camas num quarto de hóspedes, apesar de essa não ser a solução, mas dava para ser utilizado e visto, pois trata-se de uma peça bonita…Gosto muito de tapetes de Arraiolos e cheguei a fazer alguns para a minha casa e as dos filhos (Arraiolos Rugs)
Encontraram-me um restaurador de tapetes local, que o teve durante mais de um mês para chegar à conclusão que não o sabia arranjar nem tinha os materiais necessários (conversa muito habitual aqui). O problema é que chegou ainda mais danificado e já não dava para estar no chão…Portanto, definitivamente inutilizável.
Lembrei-me então de fazer um painel para um corredor longo e vazio, onde as visitas habitualmente não vão. Atendendo às circunstâncias, talvez a solução para não me desfazer de um tapete antigo e bonito. Dobrei as partes estragadas e ainda sobrava uma porção considerável para levar para a frente o dito projeto.
A pessoa encarregada deste trabalho esteve meses com o tapete na sua posse. Após muitas insistências para que estivesse pronto para o meu regresso…deparei-me, ontem ( quase um ano depois de ter encontrado o tal tapete), com um painel cosido à máquina, sem estar esticado e pior…DO AVESSO.
Triste vida a de um tapete…
Santa Paciência…!
Subscrever:
Mensagens (Atom)






















