A minha Lista de blogues

terça-feira, 14 de julho de 2020

Podar é preciso.


Significado de Podar: aparar, eliminar os excessos, desbastar.

Desde que cheguei a Bucareste parece-me que o verbo podar não se conjuga em romeno. Adoro plantas e árvores e, até 1976, ano que fui viver para Lisboa para frequentar a universidade, vivi sempre numa casa com um pequeno jardim e lembro-me do trabalho que dava à minha Mãe manter a casa bem apresentada com o jardim limpo. Eram as pinturas exteriores, que custavam muito dinheiro e a ajuda necessária para que o belo jasmineiro, que ladeava todo o muro da entrada, fosse podado  para não crescer demasiado.

Na capital da Roménia há velhos e feios blocos de apartamentos do tempo do comunismo, quando foram construídos para abrigar os trabalhadores das fábricas e nesse caso as grandes e bonitas árvores da rua até ajudam a esconder a sua fealdade. Agora ver uma vivenda mal cuidada faz-me muita impressão. Hoje, no habitual passeio a pé para fazer exercício decidi levar a máquina fotográfica....

Assim, fotografei alguns exemplos de quase "uma selva em sua casa"







Todas as casas são na minha vizinhança, fotografadas no passeio que damos diariamente e dura 1 hora (ando devagar). E é uma pena, porque algumas devem ser belos edifícios, apesar das florestas que os afogam.

Antes de regressar ao apartamento, onde estou a viver, passei pela antiga residência do Embaixador de Portugal em Bucareste, depois da revolução. Segundo consta, essa propriedade pertencia a uma pessoa idosa, que não queria fazer obras e, no dia que choveu no interior, o embaixador resolveu procurar outra casa. Escolheu unir dois apartamentos, adaptando-os às necessidades, com uma boa sala de jantar e salão, dificil de encontrar numa pequena vivenda .... No entanto o charme de viver numa moradia é outro...


Num post anterior já me tinha referido a esta casa, assim como à anterior, durante a ditadura em 

domingo, 12 de julho de 2020

Quiz Familiar



Ontem à noite, passámos um serão divertido em família, respondendo a perguntas de um pub quiz, que nós próprios elaborámos. Eramos três casais: o meu marido e eu, a minha filha e genro e o filho e nora, todos online. A responsável pelas ligações foi a minha nora. A mim, parece-me que foram as mulheres as responsáveis pelas perguntas...

O tema sobre o qual elaborei as perguntas foi Culinária/Gastronomia; o da minha filha e marido Geografia (relacionada com a "água") e o da minha nora e marido "Famous Quotations" em inglês. Cada grupo respondia a 10 perguntas, cuja resposta certa valia 1 ponto. Ganhou quem somou mais pontos...

À tarde ainda fiz uma revisão de citações e nomes de rios e oceanos, mas nenhuma pergunta foi igual à que revi. Foi muito engraçado. Daqui a 2 semanas regressamos com outros temas....


Tema: Culinária/ Gastronomia


1- Nome de gelatina feita de caldo de carne ou de consomé usada na preparação e na guarnição de pratos

2- Óleo popular muito utilizado na culinária africana

3- Nome do prato típico da Roménia

4- Nome de cozido, geralmente de peixe, típico das culinárias brasileira e angolana.

5- Nome que se dá às claras batidas em castelo, que vão ao forno a cozer.


6- Nome de prato típico da Venezuela.

7- Nome de creme para sobremesa feito com leite, gemas de ovos, baunilha e farinha e que fica espesso e de cor amarela.

8- Doce que tem como ingredientes gema de ovo, açúcar e côco. As receitas portuguesa e brasileira são semelhantes.

9- Prato japonês de origem portuguesa

10- O que significam as letras que formam a palavra BICA, referindo-se a café?

Soluções:
1-aspic ; 2- óleo de palma ou dendê; 3-sarmale; 4- moqueca ; 5- merengue ; 6- pabellón criollo; 7- creme pasteleiro/ custard; 8- quindim; 9- tempura; 10- Beba Isto com Açúcar


Tema: Geografia

1- Quais são os 2 países que fazem fronteira com 3 oceanos?

2. Como se chama o ponto mais fundo do oceano?

3. O Rio Vistula passa por que capital europeia?

4. Qual o mar que separa a Australia da Nova Zelândia?

5. Qual o rio mais longo da Europa? E onde desagua?

6. O Danúbio é o 2º rio mais longo da Europa. Por quantos países passa?

7. O que constitui maior património da UNESCO, que pode ser visto do espaço?

8. Qual o nome da cidade inglesa cujo nome é atribuído à sua proximidade com o Rio Cam?

9. Qual o nome do único mar que não é limitado por terra?

10- Onde se encontra o iceberg que embateu contra o navio Titanic?


Soluções:
1- Canada e USA – pacifico, artico e atlantico; 2-A”Fossa das Marianas”; 3-Varsovia ; 4- Mar da Tasmânia; 5- Rio Volga. Mar Cáspio; 6- 10 países (Alemanha, Austria, Eslováquia, Hungria, Croácia, Sérvia, Bulgária, Roménia, Moldavia e Ucrânia);7- Grande Barreira de Coral da Austrália; 8-Cambridge; 9- Mar de Sargaços; 10- derreteu


Tema: Citações famosas (inglês)

1. Ask not what your country can do for you, but what you can do for your country.

2. Any customer can have a car painted any colour that he wants so long as it is black.

3. Mr Gorbachev, tear down this wall. 

4. Man is born free, but he is everywhere in chains.

5. Spread love everywhere you go. Let no one ever come to you without leaving happier.

6. In the beginning was the Word, and the Word was with God, and the Word was God. 

7. It is a truth universally acknowledged, that a single man in possession of a good fortune, must be in want of a wife. 

8. Politics is more dangerous than war, for in war you are only killed once

9. Give me liberty or give me death. 

10. In politics, if you want anything said, ask a man; if you want anything done, ask a woman.

Soluções:
1- John F. Kennedy; 2- Henry Ford; 3-Ronald Reagan; 4- Jean Jacques Rousseau; 5- Mother Teresa ; 6- St John; 7-  Jane Austen (Pride and Prejudice); 8- Churchill; 9- Patrick Henry; 10- Margaret Thatcher

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Saída. Missão: Plantas

Hoje foi a primeira vez que saí para ir às compras desde que cheguei no dia 20 do mês passado. As plantas precisavam de ser mudadas nos dois locais onde almoçamos e tomamos café. Encontrei o que queria (igual ao que já tinha plantado anteriormente). As flores em vaso saem sempre mais baratas do que as frescas, que nesta altura do ano nem duram uma semana...

Estou contente com os resultados. Ir à florista ou a uma loja de plantas deixa-me sempre bem disposta...





quarta-feira, 8 de julho de 2020

Tolerância: uma carta importante

Leia aqui a carta publicada na Harper´s magazine e assinada por muitas personalidades com importância na nossa cultura.


Leia também um excelente artigo de António Barreto publicado no Jornal Público:


AINDA NÃO VIMOS NADA!

É triste confessar, mas ainda estamos para ver até onde vão os revisores da História. Uma coisa é certa: com a ajuda dos movimentos anti-racistas, a colaboração de esquerdistas, a covardia de tanta gente de bem e o metabolismo habitual dos reaccionários, o movimento de correcção da História veio para ficar.
Serão anos de destruição de símbolos, de substituição de heróis, de censura de livros e de demolição de esculturas. Até de rectificação de monumentos. Além da revisão de programas escolares e da reescrita de manuais.
Tudo, com a consequente censura de livros considerados impróprios, seguida da substituição por novos livros estimados científicos, objectivos, democráticos e igualitários. A pujança deste movimento através do mundo é tal que nada conseguirá temperar os ânimos triunfadores dos novos censores, transformados em juízes da moral e árbitros da História.
Serão criadas comissões de correcção, com a missão de rever os manuais de História (e outras disciplinas sensíveis como o Português, a Literatura, a Geografia, o Meio Ambiente, as Relações Internacionais…), a fim de expurgar a visão bondosa do colonialismo, as interpretações glorificadoras dos descobrimentos e os símbolos de domínio branco, cristão, europeu e capitalista.
Comissões purificadoras procederão ao inventário das ruas e locais que devem mudar de nome, porque glorificam o papel dos colonialistas e dos traficantes de escravos. Farão ainda o levantamento das obras de arte públicas que prestam homenagem à política imperialista, assim como aos seus agentes. Já começou, aliás, com a substituição do Museu dos Descobrimentos pelo Memorial da Escravatura.
Teremos autoridades que tudo farão para retirar os objectos antes que as hordas cheguem e será o máximo de coragem de que serão capazes. Alguns concordarão com o seu depósito em pavilhões de sucata. Outros ainda deixarão destruir, gesto que incluirão na pasta de problemas resolvidos.
Entretanto, os Centros Comerciais Colombo e Vasco da Gama esperam pela hora fatal da mudança de nome.
Praças, ruas e avenidas das Descobertas, dos Descobrimentos e dos Navegantes, que abundam em Portugal, serão brevemente mudadas.
Preparemo-nos, pois, para remover monumentos com Albuquerque, Gama, Dias, Cão, Cabral, Magalhães e outros, além de, evidentemente, o Infante D. Henrique, o primeiro a passar no cadafalso. Luís de Camões e Fernando Pessoa terão o devido óbito. Os que cantaram os feitos dos exploradores e dos negreiros são tão perniciosos quanto os próprios. Talvez até mais, pois forjaram a identidade e deram sentido aos mitos da nação valente e imortal.
Esperemos para liquidar a toponímia que aluda a Serpa Pinto, Ivens, Capelo e Mouzinho, heróis entre os mais recentes facínoras. Sem esquecer, seguramente, uns notáveis heróis do colonialismo, Kaúlza de Arriaga, Costa Gomes, António de Spínola, Rosa Coutinho, Otelo Saraiva de Carvalho, Mário Tomé e Vasco Lourenço.
Não serão esquecidos os cineastas, compositores, pintores, escultores, escritores e arquitectos que, nas suas obras, elogiaram os colonialistas, cúmplices da escravatura, do genocídio e do racismo. Filmes e livros serão retirados do mercado.
Pinturas murais, azulejos, esculturas, baixos-relevos, frescos e painéis de todas as espécies serão destruídos ou cobertos de cal e ácido. Outras comissões terão o encargo de proceder ao levantamento das obras de arte e do património com origem na África, na Ásia e na América Latina e que se encontram em Portugal, em mãos privadas ou em instituições públicas, a fim de as remeter prontamente aos países donde são provenientes.
Os principais monumentos erectos em homenagem à expansão, a começar pelos Jerónimos e pela Torre de Belém, serão restaurados com o cuidado de lhes retirar os elementos de identidade colonialista. Os memoriais de homenagem aos mortos em guerras do Ultramar serão reconstruídos a fim de serem transformados em edifícios de denúncia do racismo. Não há liberdade nem igualdade enquanto estes símbolos sobreviverem.
Muitos pensam que a História é feita de progresso e desenvolvimento. De crescimento e melhoramento. Esperam que se caminhe do preconceito para o rigor. Do mito para o facto. Da submissão para a liberdade.
Infelizmente, tal não é verdade. Não é sempre verdade. Republicanos, corporativistas, fascistas, comunistas e até democratas mostraram, nos últimos séculos, que se dedicaram com interesse à revisão selectiva da História, assim como à censura e à manipulação.
E, se quisermos ir mais longe no tempo, não faltam exemplos. Quando os revolucionários franceses rebaptizaram a Catedral de Estrasburgo, passando a designá-la por Templo da Razão, não estavam a aumentar o grau de racionalidade das sociedades. Quando o altar-mor de Notre Dame foi chamado de Altar da Liberdade caminharam alegremente da superstição para o preconceito.
E quando os bolchevistas ocuparam a Catedral de Kazab, em São Petersburgo e apelidaram o edifício de Museu das Religiões e do Ateísmo, não procuravam certamente a liberdade e o pluralismo. E também podemos convocar os Iconoclastas de Istambul, os Daesh de Palmira ou os Taliban de Bamiyan que destruíram símbolos, combateram a religião e tentaram apropriar-se tanto do presente como do passado.
Os senhores do seu tempo, monarcas, generais, bispos, políticos, capitalistas, deputados e sindicalistas gostam de marcar a sociedade, romper com o passado e afastar fantasmas. Deuses e comendadores, santos e revolucionários, habitam os seus pesadelos. Quem quer exercer o poder sobre o presente tem de destruir o passado.
Muitos de nós pensávamos, há cinquenta anos, que era necessário rever os manuais, repensar os mitos, submeter as crenças à prova do estudo, lutar contra a proclamação autoritária e defender com todas as forças o debate livre.
É possível que, a muitos, tenha ocorrido que faltava substituir uma ortodoxia dogmática por outra. Mas, para outros, o espírito era o de confronto de ideias, de debate permanente e de submissão à crítica pública.
O que hoje se receia é a nova dogmática feita de novos preconceitos. Não tenhamos ilusões.
Se as democracias não souberem resistir a esta espécie de vaga que se denomina libertadora e igualitária, mergulharão rapidamente em novas eras obscurantistas.

Caminho Marítimo para a Índia


Viagem de Vasco da Gama (a preto) e as viagens anteriores de  Pero da Covilhã (laranja) e  Afonso de Paiva (azul), com o caminho percorrido antes de se separarem (a verde).

Foi no dia 8 de julho de 1497, que Vasco da Gama zarpou de Lisboa, em Belém, com destino à Índia.

O único testemunho presencial da viagem é um diário de bordo anónimo, atribuído a Álvaro Velho, que faz parte desde 2013 da Lista de Património Memória do Mundo.


A viagem de Vasco da Gama, que era  essencialmente exploratória,  contava com marinheiros, soldados e religiosos num total de 170 homens distribuídos por quatro embarcações: São Gabriel, São Rafael, São Miguel e Bérrio.

No dia 17 de Maio de 1498, a frota alcançou Calecute ficando aberto o caminho marítimo para a Índia a partir da Europa. E, na verdade, a abertura do "caminho marítimo para a Índia", como se aprendia na escola no meu tempo de criança, representou muito mais que o estabelecimento de uma rota de comércio. A partir dos finais do século XV, devido aquela viagem dos portugueses, a Europa e a Ásia ficaram, para sempre, em contato permanente. Os dois principais focos civilizacionais do Mundo encontraram-se sem intermediários, o que teve enormes consequências culturais, sociais e económicas. A globalização iniciou-se em 1498 e nunca mais parou, até aos dias de hoje. 



terça-feira, 7 de julho de 2020

Dia Mundial do Chocolate


Hoje celebra-se o Dia Mundial do Chocolate e eu nem sequer provei um..
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A Venezuela orgulha-se de ter do melhor cacau do mundo em Chuao.

Gostei muito de uma  prova de chocolate em Caracas. Sempre que ia a Portugal levava chocolates, alguns numas embalagens muito bonitas, que guardo ainda, mas os mais vulgares Toronto também eram uma delicia e também responsáveis pelo meu aumento de peso.

Hoje em dia habituei-me ao chocolate negro, que é mais saudável e já gosto. 

Na Europa, quando falamos de chocolate, lembramo-nos logo de Bruxelas .O ano passado fui um fim de semana a esta cidade, perto do Natal e as montras das casas de chocolate estavam decoradas de uma maneira irresistível.




PS: afinal apareceram uns chocolates cá em casa...uma oferta dos tempos antes da pandemia.

Happy Birthday, Ringo!




O baterista dos Beatles faz hoje 80 anos e vai celebrar no Youtube com uma festa especial em que participará o outro ex-Beatle, Paul McCartney.








Ringo Starr foi intérprete de canções de sucesso dos Beatles, como Yellow Submarine, essa canção que a minha neta gosta de ouvir o avô cantar por whatsapp, enquanto come a sopa toda. Este post é para ela. 



Yellow Submarine

In the town where I was born

Lived a man who sailed to sea

And he told us of his life

In the land of submarines

So we sailed up to the sun

'Til we found a sea of green

And we lived beneath the waves

In our yellow submarine


We all live in a yellow submarine

Yellow submarine, yellow submarine

We all live in a yellow submarine

Yellow submarine, yellow submarine


And our friends are all aboard

Many more of them live next door

And the band begins to play


We all live in a yellow submarine

Yellow submarine, yellow submarine

We all live in a yellow submarine

Yellow submarine, yellow submarine



segunda-feira, 6 de julho de 2020

RIP, Ennio Morricone


Morreu hoje em Roma o compositor Ennio Morricone. Tinha 91 anos. Este CD é um dos meus favoritos e ouvi-o muito nestes dias de isolamento. Grande perda para a Música e para o Cinema.


Concerto por Palmira


Pesto


Em 2015 Palmira, o sitio arqueológico na Síria, foi destruido. Cinco anos depois, o maestro Riccardo Muti organizou um concerto no sul de Itália, em Pesto, também Património Mundial da Unesco, em homenagem a Palmira.




O Concerto, com a Orquestra Juvenil Luigi Cherubin, fundada por Muti, realizou-se ontem. Integrou também músicos sírios. Faz parte do Festival de Verão de Ravenna, este ano dedicado ao arqueólogo sirio Khaled al-Asaad e ao politico curdo-sírio Hevreen Khalaf, ambos assassinados durante a guerra civil na Siria. A 3ª Sinfonia de Beethoven, conhecida como a "Heróica" foi a obra tocada.

Nunca fui à Siria, porque a viagem a partir de  Ancara era demasiado longa e extenuante para quem tinha filhos pequenos, como eu, nos anos que vivi na Turquia. Mas conheci muitas pessoas que foram de carro a Alepo, uma das cidades mais antigas do mundo e a Palmira. Outros tempos...


domingo, 5 de julho de 2020

A Ovelha Dolly




A ovelha Dolly foi o primeiro mamífero a ser clonado com sucesso a partir de uma célula adulta de uma ovelha com 6 anos.


Nasceu no dia 5 de julho de 1996, na Escócia. Teve seis filhos.  O seu corpo empalhado está exposto no National Museum of Scotland  em Edimburgo.

O seu nome é uma referência à cantora americana Dolly Parton.





sexta-feira, 3 de julho de 2020

A Casa Pia


A Casa Pia de Lisboa foi fundada no dia 3 de Julho de 1780, no reinado de D. Maria I por iniciativa de Diogo Inácio da Pina Manique.
Provisoriamente instalada no Castelo de S. Jorge recebeu crianças, órfãs e abandonadas, além de mendigos e prostitutas, em sectores diferenciados.
Era uma resposta aos problemas sociais muito agravados devido ao terramoto, que devastou a cidade de Lisboa, em 1755. 




A Pequena Sereia

2013
Hoje
Hoje foi vandalizada a estátua da pequena sereia em Copenhaga. Não foi a primeira vez...No contexto atual é caso para perguntar: quem terá sido imbecil para a considerar racista?

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Pimentos romenos recheados à moda da Daniela (ardei umpluți )




Ingredientes:

7 pimentos amarelos (romenos)
600g de carne moída
1 1/2 cebola picada
1/2 chávena de arroz branco cozido
1 lata pequena de tomate cortado (só metade)
azeite português qb
Paprika, ervas aromáticas, sal e pimenta qb
Rodelas de tomate fresco
Iogurte

Loura-se  a cebola em azeite. Retira-se do lume e junta-se a carne crua, o arroz cozido, ervas aromáticas, um pouco de paprika, sal e pimenta.

Retira-se, com cuidado, o topo dos pimentos previamente lavados. Recheia-se com a mistura de carne e arroz (muito mais carne do que arroz) e coloca-se num pirex fechando a abertura dos pimentos com uma rodela de tomate ou a parte do que se cortou. Deita-se água a ferver no recipiente, enchendo-o 3/4. Leva-se ao forno a cozer no pirex com tampa. Depois da água ferver, coze durante 1 hora. 


Depois retira-se metade da água da cozedura e junta-se à restante o tomate passado pelo liquidificador. Volta ao forno por 30m para que os pimentos fiquem com o gosto do tomate.

Serve-se com iogurte.

Esta pode ser uma receita vegetariana, substituindo, por exemplo, a carne por arroz com cenoura e cogumelos.

James Garfield

Sabem quem foi James Garfield?

James Garfield 1831-1881

Foi o 20º Presidente dos EUA. O seu mandato só durou cerca de seis meses, porque foi assassinado no dia 2 de julho de 1881 por Charles J. Guiteau, um funcionário sem sucesso, que se julgava responsável pela campanha eleitoral e vitória do Presidente. Depois de lhe escrever uma carta a pedir a nomeação  de Embaixador e o cargo lhe ter sido recusado, planeou o assassinato do Presidente e foi enforcado.

As feridas do Presidente não foram imediatamente fatais, mas as más práticas médicas e uso de mãos e instrumentos sem serem desinfectados provocaram-lhe uma enorme infeção e morreu no dia 19 de setembro daquele mesmo ano. 

Garfield foi um dos quatro Presidentes assassinados:  Abraham Lincoln  (antes dele),  William McKinley e John F. Kennedy


quarta-feira, 1 de julho de 2020

Abolição da Pena de Morte em Portugal




Foi no dia 1 de julho de 1867 que a pena de morte foi abolida em Portugal para todos os crimes civis.


A carta de Victor Hugo ao diretor do Diário de Notícias, Eduardo Coelho, publicada a 10 de julho de 1867: "Está, pois, a pena de morte abolida nesse nobre Portugal, pequeno povo que tem uma tão grande história! (...)

Felicito o vosso Parlamento, os vossos filósofos. Felicito a vossa Nação. Portugal dá o exemplo à Europa. Disfrutai de antemão essa imensa glória. A Europa imitará Portugal. Morte à morte! Guerra à Guerra! Ódio ao ódio! Vida à vida! A liberdade é uma cidade imensa da qual todos nós somos cidadãos..."



https://www.parlamento.pt/Parlamento/Paginas/abolicaopenamorte.aspx

John A. Macdonald

Sir John Macdonald 1815-1891


Hoje, no Dia do Canadá, lembrei-me desta figura, que foi  o primeiro Primeiro Ministro do Canadá.

De vez em quando falo com uma amiga, que vive no Canadá. Ontem, véspera do Dia do Canadá (e também da Madeira, onde ela nasceu), resolvi telefonar-lhe. Falámos sobre  os livros que estamos a ler (falou-me da trilogia de Hilary Mantel sobre Thomas Cromwell, que tinha acabado de ler e eu não conhecia) e também de assuntos atuais, a que não podiam escapar os movimentos para "branquear" (não devia usar esta palavra, mas não me ocorreu outra) o passado...

Mencionou-me então essa personalidade histórica bastante polémica, John Macdonald, conhecido sobretudo pelo que conseguiu alcançar politicamente, mas também por algumas decisões controversas. A internet tem muitas biografias suas.


terça-feira, 30 de junho de 2020

E Tudo o Vento Levou


Gone With The Wind (E Tudo o Vento Levou) é um romance histórico da americana Margaret Mitchell,  publicado pela primeira vez nos EUA a 30 de junho de 1930. 
Retrata a vida de Scarlett O'Hara uma menina rica, filha do dono de uma plantação de algodão no sul dos EUA, nos conturbados anos da Guerra Civil Americana (1861-65) e Reconstrução.
Tornou-se um grande sucesso e pouco depois do lançamento, teve os seus direitos de filmagem comprados pelo produtor  David O Selznick. 


O filme, estreado em 1939, foi muito apaudido pela critica e ganhou  no ano seguinte 8 Oscars, incluindo o de Melhor Atriz.para Vivien Leigh e melhor Atriz Secundária para Hattie McDaniel, que se tornou a primeira afro-americana a ganhar um Oscar. Clark Gable representou o marido de Scarlett.

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segunda-feira, 29 de junho de 2020

Saint-Exupéry nasceu há 120 anos


Fais de ta vie un rêve, et d'un rêve, une réalité.

Antoine de Saint-Exupéry.
 
O aviador e escritor francês nasceu faz hoje 120 anos. É o autor de O Principezinho, conto de grande sucesso.