Georgette Heyer foi uma romancista britânica, que começou a sua carreira em 1921, quando transformou uma história escrita para um irmão convalescente The Black Moth (A traça negra) num bestseller.
Especializou-se em romances históricos, sobretudo com enredos passados na época da Regência, retratando com detalhe ambientes aristocráticos, apesar das suas personagens mostrarem sentimentos e comportamentos mais de acordo com a época da própria autora. Publicou também histórias de detetives, por vezes seguindo conselhos do próprio marido.
A partir dos anos 30 passou a publicar uma obra histórica e um thriller por ano até à sua morte. O seu último romance foi publicado postumamente.
Como um dos seus livros foi publicado na altura de uma greve geral, sem publicidade e teve muito sucesso, Georgette Heyer recusava-se a dar entrevistas, pois dizia que a sua vida privada apenas a ela dizia respeito.
Acabei de ler A Magnífica Sophy, uma edição de 2015 da Asa, traduzida em português, mas o livro é de 1951, altura que a tia-avó do meu marido o comprou em inglês.
Aunt A era uma grande apreciadora dos romances de Heyer e ficámos com vinte e tal volumes dos livros que publicou.
Sophy, a heroína do livro é uma jovem independente, inteligente e com muito humor. Gostei muito de ler o romance passado na época da Regência. Tenho pena que os livros em inglês estejam manchados e com letra muito pequena.


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