no Palácio de Queluz
Por ocasião do bicentenário da morte de D. João VI (1767–1826), o Palácio Nacional da Ajuda organizou um colóquio em 13 de maio, dia do nascimento do monarca, na Sala D. João VI.
O programa começava às 10h e terminava às 17h. Não consegui assistir depois do almoço. As cadeiras não eram confortáveis, sobretudo para quem, como eu, estava a sofrer ainda de dores nas costas, após uma grande queda na semana passada.
O colóquio começou com o Professor Miguel Figueira de Faria, que falou do escultor neoclássico João José de Aguiar (1768-1842) .
Referiu que estamos a assistir a um ressurgimento de exposições internacionais sobre o neoclassicismo, como a recente sobre Mengs, no Prado, que tive o prazer de visitar em janeiro. (autorretrato)
É da sua autoria um conjunto de nove esculturas alegóricas, que decoram o vestíbulo principal do Palácio da Ajuda
A Professora Sofia Braga apresentou os projetos decorativos dos Palácios de D. João VI e também como foram afetados pelas complexas vicissitudes, que marcaram a Regência e o Reinado daquele Monarca, em consequência das invasões francesas. O meu marido encontrou um livro, de que é autora, sobre Cyrillo Volkmar Machado (1748-1823), uma personalidade ímpar no mundo das artes do século XVIII português. Além de pintor, teórico e historiador de arte, o seu caráter empreendedor levou-o a instituir em Lisboa a primeira Academia de Desenho. Estamos a pensar encomendá-lo.
Depois de sair do colóquio fomos a Queluz, porque não me recordava do monumento a D. Maria I e como estou a ler sobre a Rainha D. Amélia, encontrei um belíssimo livro sobre a sua faceta artística, pelo mesmo autor da sua biografia e comprámo-lo.


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