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quinta-feira, 22 de abril de 2021

Dia da Terra 2021


Oferta do Ministério do Ambiente da Eslováquia


Em 2009, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou  22 de abril como o Dia Internacional da Mãe Terra, reconhecendo-a e aos seus ecossistemas como o lar comum da humanidade e a necessidade de protegê-la para melhorar a subsistência das pessoas, combater as alterações climáticas e impedir a colapso da biodiversidade.



O tema seleccionado pelas Nações Unidas para 2021 é “Restaurar a nossa Terra”.

A  nossa contribuição para o dia de hoje...

Azáleas plantadas pela prima Ângela



Contribuição da Casa da Tartaruga

Mural de Natalia Rak na Polónia

O dia terminou com um jantar em que se falou da descoberta do Brasil por Pedro Álvares Cabral em 1500, faz hoje precisamente 521 anos. Gostei de conhecer pessoas muito simpáticas e desfrutar a bela vista da casa, com uma panorâmica do castelo de Bratislava muito diferente da nossa.

Feliz Dia da Terra!


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Jantar de Despedida de Amigos









Tentei que as flores fossem das cores dos abat-jours e da fotografia da ementa, que reproduz uma aguarela da Rainha Dona Maria Pia, mostrada por ocasião da exposição no Palácio da Ajuda "Um Olhar Real ", cujo catálogo me foi oferecido.















O jantar-buffet foi exclusivamente com pratos de bacalhau, mas este da mesa de apoio é Bordalo Pinheiro...














Não podia faltar o pudim de festas da minha família com cidrão trazido de propósito de Portugal.







E como estamos no ano do Rato, também havia um ratinho do queijo...














As maiores felicidades para os amigos que partem...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Mais um jantar...

...transformado em almoço tardio.


Cheguei ontem de Lisboa e logo pela manhã, apesar da gripe, fui tratar dos arranjos de flores, para um almoço com início depois das 15 h, mas que fora planeado para ser jantar.


Por coincidência, hoje era também o aniversário do convidado de honra. Fui ainda à procura de um bolo e assim teve uma surpresa ao café. Resultou em duas sobremesas, pois já constava na ementa uma tarte de maçã com gelado de baunilha. Não há linha que resista...


quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Jantar de outono em casa


























Hoje, organizámos um jantar para comemorar a nossa chegada à Roménia, há um ano.


























Os convidados formavam um grupo de casais muito simpáticos, cujos países nos trazem à memória recordações especiais, como por exemplo, os egípcios, porque visitámos o Egito no início deste ano, viagem que há muito ambicionávamos fazer.

Também graças ao casal búlgaro ficámos a conhecer Veliko Tarnovo, antiga capital da Bulgária e também Arbanassi. Nesse passeio tivemos, entre outros, a companhia dos lituanos e o meu marido ainda se lembrava ter sido oficial de ligação junto da delegação da Lituânia, numa conferência NATO, realizada em Sintra em 1997.

Como não podia deixar de ser os EUA tiveram um papel muito importante nas nossas vidas, pois foi onde permanecemos mais tempo no estrangeiro- de 1999 a 2005 e onde os nossos filhos acabaram a escola secundária. As idas a Nova Iorque para assistir a espetáculos da Broadway e as nossas viagens, sobretudo a que durou um mês, quando atravessámos aquele país de leste a oeste, são ainda muito recordadas em família. O casal americano já conhecia algumas dessas nossas aventuras.

No ano em que celebrámos 25 anos de casados fizemos uma viagem de sonho. Visitámos o Chile (falo sempre de um excelente vinho branco que lá tomei), passámos pelo Estreito de Magalhães e a Patagónia. Memórias inesquecíveis, que partilhámos com o simpático casal chileno. 

Como estávamos em maré de recordações, não podíamos esquecer a Bélgica. Aí o meu marido fez um breve estágio, um ano antes de Portugal entrar na CEE. Não o acompanhei, porque foi por pouco tempo. Lembro-me da gabardine Burberry que me trouxe e um bonito casaco, que tiveram de pagar direitos alfandegários...








É sempre um prazer convidar e conviver com pessoas, cujos interesses são semelhantes aos nossos.


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Jantar despedida


Ontem, demos um jantar de despedida a um casal amigo, que viveu em Lisboa quatro anos, entre 1994 e 1998. O marido foi encarregado do pavilhão do seu país na EXPO 1998. Já em criança visitava Portugal com frequência e considera o português a primeira língua estrangeira que aprendeu (tem bastante facilidade para falar idiomas estrangeiros). De vez em quando ainda volta a Lisboa para matar saudades e é fantástico como se lembra de tudo, incluindo nomes de ruas. Acho que o jantar foi bem sucedido sobretudo pelos convidados que criaram um ambiente muito agradável, pelos pratos apresentados e também pela decoração da mesa, esta última parte sempre responsabilidade minha.


As flores foram todas colhidas no próprio dia. Começo finalmente a sentir este apartamento, um pouco também como a minha casa... 

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Um jantar com algumas peripécias




Na quarta-feira passada tivemos em casa um jantar para 24 pessoas. Aqui tem de ser um processo que deve começar algum tempo antes para não faltar nada do que é necessário.


Os empregados estão habituados e dava gozo ver o brio que tiveram para tudo sair perfeito, começando com a limpeza do faqueiro… com uma escova de dentes.

Tive a ideia de convidar a Andrea Imaginario para atuar cá em casa juntamente com os seus músicos. A Andrea é professora universitária de História de Arte e também Canto. Ultimamente tem-se dedicado à poesia Portuguesa, em especial a Fernando Pessoa e ao Fado. A ideia era tocarem ao ar livre, porque os entardeceres são muito bonitos e teriam a piscina iluminada como fundo…



Acontece que este país sofreu desde domingo passado algumas chuvadas bem fortes e no dia do jantar o pátio descoberto amanheceu cheio de água, que teimava em não descer pelo cano.






O senhor Quevedo bem tentou desentupir o cano, mas não conseguiu...








Foi necessário chamar um “plomero”(canalizador) para resolver o assunto.

À tarde já não choveu. Então pusemos à consideração dos músicos onde atuar: dentro de casa ou no pátio, havendo para esta última opção o risco de ter de tirar as aparelhagens à pressa se começasse a chover. A Andrea preferiu atuar na sala, até porque tinha um ambiente mais íntimo para o fado e assim ficou apenas meio iluminado...



Fiquei satisfeita logo que vi os ensaios ...











Adivinhei que todos iam gostar... 







Sempre achei que nos momentos em que as pessoas estão mais deprimidas e se fala muito de problemas diários, há que dar uma volta e substituir a temática…



Numa terra onde as mulheres se enfeitam muito, resolvi também aparecer com um novo penteado e à semelhança do que a minha mãe usava, fiz um chignon



Apesar de me dar um ar um pouco mais pesado, ficou bonito e senti-me bem.





Encontrei pela primeira vez açucenas...




Como sempre, comprei flores bonitas para decorar a casa e um arranjo tipicamente Venezuelano foi enviado por um convidado, juntamente com um cartão a desculpar-se, por não poder vir ao jantar, pois estava com febre em casa. Felizmente ainda há gentlemen


Para manter o mesmo ambiente de descontracção, antes do jantar, todos os convidados escolheram à sorte a mesa onde se sentavam de acordo com o nome do escritor atribuído. Às senhoras coube-lhes em sorte escritoras e aos homens escritores, até para que nas mesas a distribuição fosse equitativa.






A ideia era dar um ar mais informal a um jantar buffet, que se realizou no pátio coberto da casa. Utilizei um plano semelhante no almoço com o Richard Zenith, mas dessa vez recorri a figuras artísticas da época de Fernando Pessoa.

Às mesas atribui nomes de cidades portuguesas como Funchal, a minha, Coimbra e Guimarães. 




A ementa levou uma foto de Lisboa antiga, tirada pela minha filha e da minha mesa ouvi o meu marido, orgulhoso, falar dos dotes da nossa filha… Vaidades…





O que não se adivinhou foi a dificuldade em encontrar pão fresco, horas antes do jantar devido à falta de farinha, pelo que se fizeram,  à última hora, pãozinhos caseiros de chouriço...ficaram muito bons…



A atuação musical deu um toque mágico ao jantar, pois não é habitual haver um mini concerto antes dos jantares. Deu-me muito gozo ver toda a gente fazer coro no final : Cheira bem, cheira a Lisboa. A comida estava boa e incluiu bacalhau trazido de Portugal, arroz da viagem à Guyana…entre outros petiscos com nomes bem portugueses…





A Andrea e eu.






Foi uma noite bem passada com convidados muito simpáticos e bem-dispostos dos quatro cantos do mundo...