A chegada
Ainda fiquei a gostar mais deste azul, que se via por todo a lado
Engraçada esta foto com uma gravata esvoaçante e não era do vento. Devia ter um arame.
O guia levou-nos a uma loja de prata, que emprega surdos mudos e tem trabalhos muito bonitos. È apoiada pelo rei.
Aí provou-se que os meus brincos comprados em Meknes não eram de prata.
Na pedra, risca-se com o produto que queremos saber se é autêntico. Depois deita-se uma gotas de um liquido. Se ficar azul é prata.
O restaurante onde almoçámos. Como fiquei à janela via bem o espetáculo na rua.
Depois do almoço tivemos algum tempo livre e aproveitámos para o meu marido procurar um livro sobre a história de Marrocos, que não tinha ainda encontrado e visitar a fortaleza.
Na capa o Sultão de Marrocos a sair do Palácio em Meknes com a sua comitiva. Uma pintura a óleo de Delacroix.
Mas, o livro foi publicado em 1921..esta edição é de 2007...memórias de um inglês, que viveu em Marrocos no final do século XIX e primeiras décadas do XX e tinha a alcunha de liar (mentiroso) entre colegas e amigos, como afirma o autor do posfácio.
Muralhas exteriores da fortaleza do século XVIII. Nada resta do forte português original do princípio do século XVI, construído por Diogo de Azambuja a mando de D. Manuel I.



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