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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Moussaka

 


Hoje experimentei uma receita tipicamente grega, que leva berinjela, um alimento que não estava habituada a comer quando era criança, mas que gosto muito e é saudável.  Há quem chame à moussaka  lasanha grega. É também muito comum na Roménia. 


Ingredientes:

3 beringelas grandes cortadas às fatias, 500 g de carne de vaca picada, 4 batatas médias cortadas às rodelas, 1 cebola grande, azeite, 1 lata pequena de tomate pelado cortado, 2 tomates frescos sem pele cortados aos cubos, 3 dentes de alho, orégãos, sal, pimenta, uma pitada de canela em pó, queijo ralado.

Molho bechamel: 0,5 litro de leite, 1 colher de sopa de manteiga, 2 colheres de sobremesa rasas de farinha,  2 gemas e um ovo inteiro, manteiga, sal, pimenta e uma pitada de noz-moscada.

Corte as beringelas em fatias, pincele-as com azeite e tempera-as com oregãos, pimenta e sal. Ponha-as num tabuleiro forrado com papel de alumínio e leve ao forno durante cerca de 30 minutos.

De seguida, leve um tacho ao lume com a cebola picada, azeite e alho. Adicione a carne e quando esta estiver frita junte o tomate, os orégãos e uma pitada de canela.Tempere com sal e pimenta e deixe cozinhar cerca de 15/20 minutos.

Frite as batatas em óleo quente e depois escorra-as em papel absorvente. 

Para preparar o molho, coloque a manteiga num tacho até derreter e depois junte a farinha e o leite quente aos poucos. Adicione ainda as gemas com o ovo. Continue a mexer bem até alcançar uma consistência cremosa e  tempere depois com  sal, pimenta e  noz-moscada. 

Para armar o prato, unte um pirex alto com azeite e coloque camadas de beringela, carne e batata, repetindo- as. Por último, adicione o molho bechamel, queijo ralado e rodelas de tomate para decorar  e leve ao forno durante cerca de meia hora a 180 graus.

Dá para 6 pessoas.

Bom apetite!

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Fruta búlgara...a fama vem de longe


Assim que entrámos na Bulgária e começámos a ver publicidade à produção agrícola, lembrei-me de uma história contada pelo meu marido, quando andávamos no 2º ano da faculdade, já nos longínquos finais dos anos setenta do século passado. No intervalo, depois de assistir à apresentação de um trabalho de Economia Politica louvando a economia planificada búlgara da época, contou-me que as colegas, todas de um conhecido partido político português, mostraram imagens com umas coradas e fortes moças "bem constituídas" a segurar em ambas as mãos tomates e que não conseguiu conter o riso, assim como um colega seu... talvez esta "jovem" da direita seja uma dessas...já lá vão 40 anos... 




Independentemente dessa recordação posso confirmar, que os mesmos frutos não perderam qualidade como se pode ver por estas fotografias tiradas no último fim-de-semana.

O melhor tomate que alguma vez comi foi na Turquia, mas parece que há outros países que competem com o seu sabor. Quando temos esta conversa em família, o meu filho é um defensor do tomate do Uzbequistão...

A Roménia também produz muito tomate e as pessoas ligadas ao campo compram grandes quantidades nesta altura para fazer uma conserva que dura todo o ano, ou então para sumo...o afamado Bloody Mary, quando misturado com vodka.

Só conhecia Veliko Tarnovo e Arbanassi na Bulgária, mas gostei muito de visitar Balchik e Varna, no Mar Negro, de onde regressei ontem, depois da viagem ao delta do Danúbio.