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terça-feira, 23 de junho de 2026

Em El- Jadida (Mazagão)

 

De partida para Mazagão

Ainda são mais de três horas de camioneta de Essaouira



















A Cisterna Portuguesa.
 Este depósito de armas em estilo gótico manuelino foi convertido em cisterna no século XVI. Era constantemente abastecida de água fresca para que a cidade nunca ficasse sem água na eventualidade de um cerco prolongado.

A Cisterna Portuguesa está a ser restaurada


E para terminar uma canção que a minha irmã me enviou quando estávamos em El-Jadida




Perguntei ao vento
Onde foi encontrar
Mago sopro encanto
Nau da vela em cruz
Foi nas ondas do mar
Do mundo inteiro
Terras da perdição
Parco império mil almas
Por pau de canela e mazagão...




Em Essaouira (Mogador)



 A chegada








Ainda fiquei a gostar mais deste azul, que se via por todo a lado


Engraçada esta foto com uma gravata esvoaçante e não era do vento. Devia ter um arame.




O guia levou-nos a uma loja de prata, que emprega surdos mudos e tem trabalhos muito bonitos. È apoiada pelo rei.


Aí provou-se que os meus brincos comprados em Meknes não eram de prata.


Na pedra, risca-se com o produto que queremos saber se é autêntico. Depois deita-se uma gotas de um liquido. Se ficar azul é prata.





O restaurante onde almoçámos. Como fiquei à janela via bem o espetáculo na rua.


Depois do almoço tivemos algum tempo livre e aproveitámos para o meu marido procurar um livro sobre a história de Marrocos, que não tinha ainda encontrado e visitar a fortaleza.







E aqui está ele..

Na capa o Sultão de Marrocos a sair do Palácio em Meknes com a sua comitiva. Uma pintura a óleo de Delacroix.


Mas, o livro foi publicado em 1921..esta edição é de 2007...memórias de um inglês, que viveu em Marrocos no final do século XIX e primeiras décadas do XX e tinha a alcunha de liar (mentiroso) entre colegas e amigos, como afirma o autor do posfácio.
















Muralhas exteriores da fortaleza do século XVIII. Nada resta do forte português original do princípio do século XVI, construído por Diogo de Azambuja a mando de D. Manuel I.








Símbolos muçulmanos (ao centro), cristãos e judaicos















Gostei muito deste hotel. Flores naturais na entrada, vista sobre a praia, onde até vi dromedários a tomar banho.