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sábado, 30 de outubro de 2021

Um milhão de visualizações

(19:23 hora de Cracóvia)

Hoje o meu blog ultrapassou 1 000 000 de visualizações e fiquei muito contente. Um incentivo para continuar.




Estou em Cracóvia, a visitar a cidade pela primeira vez e estou a gostar muito. Neste momento estou a jantar no restaurante Sioux, mas...na Polónia. O tempo está excelente. Tenho tirado muitas fotografias para o próximo post.

Brinde com um Mojito



Quando regressar a Bratislava faço as atualizações...


Nota: Um milhão sem contar com as minhas próprias visitas, que não contam para a estatística.


De Bratislava a Košice


 




Košice /Kóchitzé/ foi a primeira cidade da Europa a receber o seu próprio brasão. Foi concedido em 1369 e mantém-se inalterado desde 1502.






(foto da net)



Košice é a segunda maior cidade da Eslováquia. Como este país fica bem no coração da Europa viajar desta cidade, que é o principal centro do leste do país, para Cracóvia (Polónia) ou Budapeste (Hungria) é mais perto do que vir até à capital.


Na viagem que fizemos de carro encontrámos o maior rio da Eslováquia, o Váh, atravessámos as montanhas Veľká Fatra - uma cordilheira nos Cárpatos Ocidentais da Eslováquia, (com uma excelente água mineral), contornámos o maior lago artificial da Eslováquia- Liptovská Mara e almoçámos nas montanhas Tatra (em Starý Smokovec), conhecidas pela prática de desportos de inverno. 
Paisagens deslumbrantes em cores de outono.



Se fosse fã de desportos de inverno escolheria este bonito hotel para ficar instalada: Grand hotel Starý Smokovec.


Passámos ainda pelo maior castelo da Eslováquia e um dos maiores em ruínas da Europa Central: o Castelo de Spiš, construído entre os séculos XIII e XIV em estilo românico e gótico e que faz parte do Património Mundial da UNESCO, desde 1993.




O castelo Krásna Hôrka também fica na região de Košice. Em 2012 ficou danificado com um incêndio, mas está a ser restaurado.



Também passámos pelas ruínas do castelo Turniansky

A cerca de 30 km do nosso destino parámos em Prešov. Como a maioria das cidades no leste da Eslováquia, o centro histórico é uma larga e comprida rua ladeada pelos tradicionais edificios públicos e de comércio, muitos deles deveriam ter sido restaurados há pouco tempo.  Lembro-me que em Oradea ou em Timișoara, na parte ocidental da Roménia, os respetivos centros históricos também ficavam em grandes praças retangulares, onde se juntavam os prédios mais bonitos.

A catedral de S. Nicolau começou a ser construída no século XIV e foi restaurada depois de um incêndio no século XVIII. No entanto conserva ainda muitos elementos e pinturas dos séculos XV e XVII.


O altar principal (século XVII) é considerado um dos mais bonitos da Eslováquia em estilo barroco. Ao centro vê-se Nossa Senhora com o Menino ao colo, à sua direita São Nicolau e à esquerda São Adalberto, bispo de Praga. A maior escultura é de S. Sebastião (soldado romano mártir) com setas no corpo e de cada lado os santos Pedro (com as chaves) e Paulo (com a espada).


 




O altar de S. António é dos príncipios do século XVIII.











Chegámos a Košice ao anoitecer e tivemos de esperar para o dia seguinte para visitar a catedral, pois estavam a celebrar missa. Aqui, novamente, o plano da cidade é o mesmo, uma grande rua principal, onde estão os principais edificios e a catedral gótica de Santa Isabel, a maior igreja da Eslováquia e o orgulho da cidade a dominar a sua paisagem.



O altar dedicado a Santa Isabel de Turíngia foi criado entre 1474 e 1477 e é o único na Europa a ter sido preservado com os duplos painéis, embora tenha sido restaurado ao longo dos séculos. Ao centro a Imagem da Virgem com o Menino ao colo, do seu lado direito Santa Isabel de Turíngia e do lado esquerdo, outra santa de nome Isabel, a mãe de S. João Batista. Na capital, a Igreja Azul também é dedicada a Santa Isabel, que nasceu no castelo de Bratislava.



Capela de S. Miguel, junto à qual há uma conhecida fonte musical - estava a ser desativada (as lâmpadas a ser retiradas) para o inverno.



A Coluna da Peste ou Imaculada comemora a gratidão a Maria pelo fim da epidemia de 1709 e 1710. Foi erguida no local da forca medieval.




A Torre sineira (século XV) indicava as horas e funcionava como torre de observação e "rádio" da cidade, assinalando momentos de celebração ou infortúnio.





O bonito edifício do Teatro foi construído em estilo neobarroco, entre 1879 e 1899.


A Casa do Pedinte e o café Slavia


As igrejas dos Jesuítas e dos Franciscanos estavam fechadas ao fim da tarde e de manhã.







A Rua dos Artífices
Palácio Csaky-Dessewffy (ao meio)
Palácio Rakocsi (ao meio)



Nunca compraria roupa numa loja com este nome...

Já nesta, sim...


Gostei de passear pela rua principal, com duas boas livrarias e reparei que muitos edifícios estão a ser restaurados, como o palácio Andrássy, todo tapado.

Palácio Andrássy (foto da net)
Não o vi, mas o almoço de despedida foi com um excelente bife Andrássy (também havia bife Esterházy...)


Esta mansão em Betliar foi o último edifício histórico, antes do regresso a Bratislava. Excelente passeio.

26 e 27 de outubro


quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Na ponte do rio Inn



Este é o nome da capital do Tirol, uma cidade no oeste da Áustria: Innsbruck- ponte do rio Inn- por causa da ponte que foi ali construída.






Localizada no vale do Inn, a cidade está no meio de altas montanhas, como o Nordkette (Hafelekar, 2.334 m) ao norte, o Patscherkofel (2.246 m) e o Nockspitze (2.403 m) ao sul. Devido à sua localização, Innsbruck é ideal para a prática de ski no inverno e montanhismo no verão.


No centro da rota do comércio, que lhe proporcionava uma próspera atividade, Innsbruck teve os privilégios de cidade em 1200.
Os Habsburgos deixaram uma impressionante marca em muitos dos seus edificios como o palácio imperial, a igreja da corte e o histórico castelo de Ambras numa encosta dos arredores da cidade.





O nosso hotel já centenário, mas remodelado, era muito simpático e tinha um  restaurante afamado. Ficava muito perto do centro histórico.





Innsbruck visita-se bem a pé. A rua principal com o nome da Imperatriz Maria Teresa está cheia de lojas e edifícios históricos. No lado sul termina com o Arco do Triunfo, onde começámos a visita.








O Arco do Triunfo foi construído para celebrar o casamento do filho da Imperatriz, Leopoldo, com a princesa espanhola Maria Luísa. Como pouco tempo depois do casamento o marido da imperatriz faleceu de repente, o Arco do Triunfo é também a celebração da vida de Francisco de Lorena.












A rua Maria Teresa termina noutra chamada Herzog-Friedrich Strasse, onde se encontra a famosa casa de telhado dourado, construída em 1500 para que o Imperador Maximiliano pudesse aparecer ao público da varanda em momentos especiais.









A torre da cidade, do século XV, fica também no começo desta rua.

A catedral tem uma bonita imagem de Lucas Cranach no altar.



O palácio Hofburg de Innsbruck e a família imperial.

A visita foi uma desilusão. Não se podia tirar fotografias e o catálogo estava esgotado.



Igreja da Corte, onde se encontra o túmulo (vazio) de Maximiliano e as impressionantes 28 esculturas de bronze.

Para além do passeio no centro histórico, a visita atenta ao castelo de Ambras é obrigatória. Este contém uma notável coleção de objetos e excentricidades do Renascimento assim como lindas vistas sobre a cidade dos seus jardins.


O castelo foi uma prenda do arquiduque Fernando II a Philippine Welser, com quem casou em segredo.


 

Innsbruck é uma cidade muito alegre com muitos músicos a tocar nas ruas e nos restaurantes. Adorei!

Innsbruck fica a cerca de 4,10 horas de Viena em comboio expresso.



Gosto muito de viajar de comboio e esta visita a Innsbruck foi muito especial pela companhia.

23 e 24 de Outubro