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sábado, 28 de outubro de 2023

O Palácio Pimenta

 



Hoje fomos ao Palácio Pimenta, no Campo Grande, onde está instalado o Museu da Cidade de Lisboa. Tive pena que o primeiro andar em obras de renovação estivesse fechado, mas apesar dessa impossibilidade ainda vi muitos objectos, quadros, azulejos e loiças de grande interesse no piso térreo, que revelam a evolução de Lisboa desde o paleolítico até ao século XVIII e pude revisitar a magnífica cozinha e a pequena capela, que contém quadros de antigos mestres portugueses.



Nossa Senhora das Dores de Pedro Alexandrino

Azulejos do Hospital Real de Todos os Santos ( séc XV a XVIII)



Remate arquitetónico em forma de coroa proveniente do Hospital Real de Todos os Santos (séc XV)


Dirk Stoop. O Mosteiro dos Jerónimos no século XVII


Porcelana chinesa século XVIII

Em 2011...

Gostei muito de rever igualmente a maqueta de Lisboa antes do terramoto de 1755, agora com conteúdos multimédia interativos. Procuramos no ecrã o edifício que queremos ver e uma luz mostra-o no seu local no conjunto urbano compacto projetado naquele belo modelo da cidade de Lisboa. Aparece também num grande ecrã com explicações. Muito interessante, pois valoriza grandemente a maqueta, que remonta a 1959.


Jorge Barradas. Verão e Outono. 1959


No regresso ao carro, que ficou estacionado longe, na alameda da universidade, entrei no Horto e comprei duas bonitas orquídeas, uma delas uma Cattleya ou Flor de Maio, a flor nacional da Venezuela.




segunda-feira, 27 de junho de 2016

Casamento I

 A igreja. De preferência se for antiga e bonita, como a igreja da Memória, na Ajuda.










O missal.




O projeto e execução dos convites, missal e outros trabalhos para o casamento ficou a cargo da designer,  amiga da minha filha, Barbara Dietrich.









A Cerimónia Religiosa foi breve e celebrada de forma simpática. A igreja estava decorada à entrada com duas jarras com flores brancas e amarelas (amarelo foi a cor do casamento). Os bancos tinham pequenos ramos de gipsofilas, as flores tradicionais dos casamentos e à entrada do altar, como que ladeando os noivos, estavam dois jarrões de flores brancas e amarelas. Na mesa do altar-mor, um pequeno arranjo com as mesmas flores, sublinhava a beleza elegante da igreja.


 Aliás, a noiva preferiu excluir o tradicional tapete vermelho, realçando assim os belos mármores do piso da Igreja..


A mesa do altar tinha uma bela toalha com bordado Madeira



















O cortejo de entrada foi acompanhado por música do trio Liber Ensemble.





Para o noivo Clocks dos Coldplay.








Para a entrada da noiva com o pai The Last Dance, adaptado pela minha nora, Naomi Teles Fazendeiro (toca violoncelo), que transcreveu a música da série da BBC Emma, que tanto ela como a minha filha apreciam tanto.



B&J



2- As damas de honor. Três grandes amigas da minha filha (conheceram-se na universidade no primeiro ano).




3- O menino das alianças e as meninas das flores (o meu sobrinho neto e primas do noivo).




4- O vestido de noiva foi escolhido depois de uma primeira seleção da noiva, com a ajuda das amigas e do qual também gostei muito.


Vestido de seda com laço e mantilha de tule de seda bordada


















5- A cabeleireira Leta, a maquilhadora Marta e a manicure Ana Rosa fizeram um excelente trabalho.





6- A mesma florista que decorou a igreja, entregou pontualmente os bouquets da noiva, das damas de honor  e das meninas das flores e para os homens as flores da lapela.



7- Carro. Um carro antigo tem outra graça. Aquele que levou a noiva, conduzido pelo irmão, foi um belo Jaguar com a idade dos pais dos noivos e que pertence à coleção de um dos tios do noivo. Da igreja para Sintra, onde decorreu a festa, foi conduzido pelo próprio noivo.




A caminho da festa...